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Clipping 2009
15/12/2009 Vacina para jovens entre 20 e 29 anos O Ministério da Saúde anunciou ontem que adultos jovens e saudáveis, na faixa dos 20 aos 29 anos, serão vacinados contra a gripe suína entre março e abril do próximo ano, naquela que deverá ser uma das maiores campanhas de imunização já registradas no País e no mundo. Também idosos com doenças crônicas, como diabete e problemas cardíacos (as chamadas comorbidades), deverão receber a imunização. Já os idosos saudáveis continuarão a receber apenas a vacina contra a gripe sazonal. Outra novidade é que indígenas também passam a fazer parte do grupo prioritário para a imunização. A pasta confirmou ainda o que profissionais de saúde, grávidas, pessoas de todas as faixas etárias que apresentem doenças crônicas e crianças de 6 meses a 2 anos deverão ser priorizadas na campanha, conforme já vinha prometendo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Segundo o diretor de Vigilância Epidemiológica do ministério, Eduardo Hage, foram reservadas 83 milhões de doses para a megavacinação, sendo que 50 milhões, o maior quantitativo, deverão ser destinados a adultos jovens e saudáveis dos 20 aos 34 anos. Ele explica que a faixa etária dos 20 aos 29 anos necessariamente será coberta em todo o País, mas em cada região a cobertura poderá variar nesta população, para acima dos 30 anos, por exemplo. Reuniões com representantes dos Estados devem definir a cobertura em cada região. Hage destacou que o protocolo foi definido com base em orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e discussões com representantes das principais especialidades médicas do País. A OMS recomendou que os produtores poderiam optar em produzir uma vacina contra gripe sazonal em idosos, dada todos os anos, trivalente (que protegesse contra o vírus pandêmico da gripe e outros dois circulantes) ou bivalente, sem o vírus pandêmico. Segundo Hage, a pasta optou por orientar o Instituto Butantã, instituição pública que faz a maior parte das vacinas contra a gripe para idosos, a fabricar a bivalente para que pudesse utilizar as cepas do A(H1N1) na produção da vacina para os de maior risco. “A população acima de 60 anos teria uma imunidade, seja porque os mais idosos tiveram contato com o A(H1N1) ou pela vacinação prévia, que confere algum nível de proteção”, afirmou o diretor ontem em simpósio sobre a pandemia organizado pelo governo de São Paulo Fonte: Jornal do Commercio - PE (15/12/2009) 15/12/2009 Nova gripe mobiliza esforços em todo o mundo em 2009 A aparição de um novo vírus de gripe mobilizou este ano esforços globais após se transformar na primeira pandemia do século XXI, o que culminou com o rápido desenvolvimento e fabricação de uma vacina, embora as evidências indiquem que a gravidade da doença seja menor do que as autoridades mundias temiam no começo. Detectada pela primeira vez no México, em abril passado, o vírus que semanas depois seria batizado como AH1N1 surgiu de uma combinação genética das variantes das gripes suína, aviária e humana, o que colocou em alerta a comunidade científica internacional, liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A Síndrome Respiratória Aguda Grave e posteriormente o salto da gripe aviária aos humanos tinham deixado para a OMS lições claras sobre a necessidade de preparar o mundo para epidemias que poderiam se transformar rapidamente em pandemias. Para isso, o organismo mudou certas regulações sanitárias internacionais e mobilizou os países para que adaptassem seus sistemas de saúde para tal eventualidade, que chegou com a gripe A (como foi chamada para substituir a complicada nomenclatura de AH1N1). Surgida no hemisfério sul - aparentemente muito perto de uma fazenda industrial de porcos -, esta gripe chegou à Europa em pleno verão e gerou um estado próximo ao pânico quando foram registradas as primeiras mortes, o que acabou acelerando a busca por uma vacina. No Brasil, os primeiros casos surgiram em julho. Segundo o Ministério da Saúde, todas as regiões do país registraram a presença da doença, com uma taxa em 2009 de 14,5 casos para cada 100 mil habitantes. Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, entre os 27.850 casos confirmados da Gripe A no Brasil até o momento, 1.632 (5,8%) evoluíram para óbito, com 827 (50,7%) mortes no Sudeste e 642 (39,3%) no Sul do país. O pânico gerado pela doença fez com que os países ricos se apressassem para fazer seus pedidos de vacinas, assim como de oseltamivir, um antiviral que tinha sido utilizado nos doentes de gripe aviária e que se mostrou igualmente eficaz para as vítimas da nova gripe. Algumas diferenças fundamentais explicavam o alarme da OMS e das autoridades nacionais: a gripe A afeta especialmente grupos de idade jovem, mulheres grávidas e pode ser muito agressivo com pessoas com doenças crônicas. Por outro lado, a gripe estacional é virulenta nas pessoas de idade avançada e, segundo alguns estudos, este grupo parece em boa parte imunizado contra esta doença, porque as variantes que se encontram em sua composição genética estiveram presentes em outro vírus gripal que circulou há algumas décadas. No entanto, nove meses após o registro dos primeiros casos de gripe A e seis depois da primeira declaração de pandemia, estudos indicariam que a taxa de mortalidade desta doença não é superior à da gripe estacional. Segundo o Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, esta gripe constituiria um "fato leve", com uma taxa de mortalidade de 0,018%. Por enquanto, foram registradas 7.820 mortes no mundo por esta gripe (casos confirmados em laboratório), contra um estimado de 500.000 mortes anuais pela gripe estacional. A OMS, no entanto, continua pedindo que os países sigam acompanhando de perto a doença, e lembrou que o vírus pode variar de sua forma atual a uma mais agressiva, como já ocorreu no passado, embora também não se descarte o caminho inverso, e o vírus mute para uma versão mais suave. O certo é que já foram verificadas mutações em vários países, embora ainda se desconheça se essas mudanças são significativas, se podem influir no enfoque da luta contra esta infecção e, inclusive, se poderiam atrapalhar a eficácia da vacina desenvolvida. Além disso, foram registrados diversos casos de vírus resistentes ao oseltamivir, mas neste caso a OMS disse que se trata de situações isoladas e que a resistência não se expandiu. Por enquanto, 150 milhões de doses de vacinas foram distribuídas a cerca de 40 países, e em muitos deles as campanhas de vacinação já começaram, em meio a um certo ceticismo da opinião pública, que viu com desconfiança uma vacina desenvolvida com tanta rapidez. No entanto, a OMS não se cansa de repetir que esta vacina é tão segura como a da gripe estacional, com efeito colaterais menores (dores musculares, febre de um ou dois dias, entre outros), e que este é o meio mais seguro de prevenir o contágio. Mas levando em conta a capacidade de produção mundial e os pedidos dos países ricos, a prevenção a tal nível ainda terá de esperar nos países mais pobres. Fonte: Terra - SP (14/12/2009) 11/12/2009 Gripe suína já matou 10 mil pessoas nos Estados Unidos A gripe suína já matou cerca de 10 mil pessoas nos Estados Unidos, incluindo 1.100 crianças, desde o início da epidemia provocada pelo vírus H1N1 no país, em abril. "Até 14 de novembro, morreram muito mais crianças e adultos jovens devido ao H1N1 do que na temporada normal de gripe (influenza)", disse Thomas Frieden, titular do Centro para Prevenção e Controle de Epidemias (CDC, sigla em inglês). "Estimamos que ocorreram cerca de 50 milhões de casos, a maioria envolvendo adultos jovens e crianças, e mais de 200 mil internações". "Lamentavelmente, houve cerca de 10 mil mortes, incluindo 1.100 crianças e 7.500 adultos jovens". Fonte: A Tribuna - SP (11/12/2009) 10/12/2009 Coreia do Norte aceita ajuda do Sul contra a gripe H1N1 A Coreia do Norte aceitou a ajuda da Coreia do Sul para combater a gripe H1N1 no país comunista, que na quarta-feira anunciou vários casos da doença. "A Coreia do Norte nos informou hoje de que aceitaria nossa proposta de enviar Tamiflu", declarou Lee Jong-Joo, porta-voz do ministério sul-coreano da Unificação. Em um fato pouco comum, as autoridades norte-coreanas anunciaram na quarta-feira vários casos de gripe H1N1. O ministério da Saúde informou nove casos de contágio na capital, Pyongyang, e na cidade de Sinuiji, perto da fronteira com a China. Fonte: A Tribuna - SP (10/12/2009) 9/12/2009 Rio confirma três óbitos por gripe A A Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro confirmou, em 3 de dezembro, três novos óbitos de pacientes infectados pelo vírus da gripe H1N1 no Estado. As mortes ocorreram nos meses de agosto e setembro. Um dos casos foi de um paciente do sexo masculino, de 31 anos. A pasta diz que ele tinha doença metabólica e faleceu em 7 de agosto. Outra morte foi de uma gestante de 25 anos, em 8 de agosto. O terceiro caso foi de um paciente do sexo masculino, de 94 anos, que tinha pneumopatia e morreu em 17 de setembro. Todos moravam na capital do Estado. Segundo a secretaria, o Estado confirmou até o momento, 131 óbitos por H1N1. Apesar do registro das mortes, a pasta informa que houve redução no número de casos de gripe A, devido, em parte, ao aumento da temperatura ambiente. Mas a recomendação é para que ainda sejam mantidas medidas de higiene como lavar bem as mãos depois de tossir ou espirrar, limpar objetos usados por pessoas gripadas com álcool, não compartilhar alimentos, copos e talhares e evitar tocar nos olhos, nariz ou boca antes de lavar as mãos Fonte: R7 - SP (09/12/2009) 9/12/2009 Rio confirma três óbitos por gripe A A Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro confirmou, em 3 de dezembro, três novos óbitos de pacientes infectados pelo vírus da gripe H1N1 no Estado. As mortes ocorreram nos meses de agosto e setembro. Um dos casos foi de um paciente do sexo masculino, de 31 anos. A pasta diz que ele tinha doença metabólica e faleceu em 7 de agosto. Outra morte foi de uma gestante de 25 anos, em 8 de agosto. O terceiro caso foi de um paciente do sexo masculino, de 94 anos, que tinha pneumopatia e morreu em 17 de setembro. Todos moravam na capital do Estado. Segundo a secretaria, o Estado confirmou até o momento, 131 óbitos por H1N1. Apesar do registro das mortes, a pasta informa que houve redução no número de casos de gripe A, devido, em parte, ao aumento da temperatura ambiente. Mas a recomendação é para que ainda sejam mantidas medidas de higiene como lavar bem as mãos depois de tossir ou espirrar, limpar objetos usados por pessoas gripadas com álcool, não compartilhar alimentos, copos e talhares e evitar tocar nos olhos, nariz ou boca antes de lavar as mãos Fonte: R7 - SP (09/12/2009) 9/12/2009 Gripe suína causa lesões no conjunto das vias respiratórias A gripe suína, provocada pelo vírus H1N1, causa lesões no conjunto das vias respiratórias, da traqueia aos alvéolos pulmonares, do mesmo modo que as mortíferas pandemias gripais de 1918 e 1957, revela um estudo publicado nesta terça-feira nos Estados Unidos. Pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde (National Institutes of Health) e autoridades sanitárias da cidade de Nova York analisaram amostras de tecidos de 34 pessoas mortas pela gripe suína e descobriram "uma variedade de lesões, tanto nas vias respiratórias superiores como nas vias inferiores", assinala Jeffery Teubenberger, um dos autores do estudo publicado no site do Archives of Pathology and laboratory Medicine. Em todos os casos analisados a traqueia e os brônquios estavam inflamados e, em algumas vítimas, gravemente deteriorados. Os pesquisadores observaram lesões nos brônquios em mais da metade dos casos (18), e em cerca de 75% das 34 vítimas analisadas (25) havia ferimentos até nos alvéolos pulmonares. "Este tipo de patologia nos tecidos respiratórios é similar ao observado nas vítimas das pandemias de gripe de 1918 e 1957", declarou Taubenberger, especialista do Instituto Nacional americano de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID, sigla em inglês). Em 9 a cada 10 casos as vítimas já tinham problemas de saúde - especialmente cardíacos e respiratórios -, deficiência do sistema imunológico ou estavam grávidas, algo também já observado nas pandemias de 1918 e 1957. Mas o estudo publicado hoje revela uma nova característica, comum a 75% das vítimas fatais da gripe suína: a obesidade. "A obesidade não foi associada às pandemias precedentes e a ligação entre a obesidade e a gripe não está clara", destaca Taubenberger. Fonte: IG - SP (08/12/2009) 9/12/2009 Saúde promove seminário sobre Influenza A A Secretaria da Saúde promove o 2º Seminário Estadual sobre Influenza A, nesta quinta-feira, dia 10, no auditório do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás, a partir das 8h30. O objetivo é sensibilizar médicos e enfermeiros, especialmente os que atuam nas áreas de UTI, Urgência e Emergência quanto a importância da notificação dos casos e surtos da gripe suína (Influenza A), priorizando os municípios com casos confirmados e suspeitos da doença. Durante o seminário serão apresentados os dados referentes à situação epidemiológica da doença no mundo, Brasil e em Goiás manejo clínico de pacientes com H1N1 e abordagem do paciente em pediatria com gripe suína. Haverá também espaço para debates. Números em Goiás O último boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde, divulgado no último dia 25 de novembro, revela que o número de casos notificados é de 1.225. São 376 casos confirmados por meio de exames laboratoriais e 73 óbitos confirmados. A ocorrência da doença foi verificada em 70 municípios goianos. As notificações também apontam que os municípios com maior número de mortes pela doença continuam a ser Goiânia, com 16 óbitos Aparecida de Goiânia, com 13 Anápolis, com quatro e Trindade, com três. A letalidade de casos graves foi de 19,41%. Segundo a superintendente de Políticas de Atenção Integral à Saúde, Marilúcia Batista, houve uma diminuição proporcional de casos de gripe suína no último mês em Goiás. Fonte: O Popular - GO (09/12/2009) 9/12/2009 Europa vai propor reserva de vacinas contra gripe A Medida evita que países do bloco sofram carência em caso de nova pandemiaA Comissão Europeia (órgão executivo da União Europeia) elaborará uma proposta para criar uma reserva comunitária de vacinas contra a gripe A, com vistas a ajudar os países que possam precisar de doses adicionais no caso de uma intensificação da pandemia, anunciou nesta segunda-feira (7) uma porta-voz do Executivo comunitário. A Comissão está estudando como dar forma à iniciativa, que foi proposta pela comissária da Saúde da UE (União Europeia), Androulla Vassiliou, e apoiada pelo bloco europeu no Conselho de Saúde realizado na terça-feira passada, em Bruxelas, na Bélgica. No entanto, o Executivo comunitário ainda não fez pedidos concretos aos países sobre o número de doses que deveriam oferecer esta "reserva virtual", disse nesta segunda-feira (7) a porta-voz de Saúde da Comissão, Nina Papadoulaki, em entrevista coletiva. Os serviços da comissão "estão trabalhando nesta direção" e analisando "como colocar em comum" as doses, mas antes terão que resolver as questões de "confidencialidade e responsabilidade" sobre as contribuições dos Estados-membros, segundo a mesma fonte. A medida foi concebida para evitar que algum país da UE possa sofrer carência de vacinas caso ocorra uma segunda onda da pandemia. A ideia é colocar em comum uma "reserva virtual" a partir das contribuições de quem estiver disposto a oferecer aos países aquilo que sobrar após imunizar grupos prioritários de suas populações. Fonte: R7 - SP (08/12/2009) 9/12/2009 Gripe suína é menos perigosa que se imagina, diz estudo O surto de gripe A H1N1 parece ser menos perigoso do que se esperava anteriormente. Esta é a conclusão de um novo estudo realizado por especialistas em saúde dos Estados Unidos. Eles descobriram que houve menos internações ou complicações graves do que se esperava por causa do vírus. O estudo, patrocinado por britânicos e norte-americanos, foi realizado por pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard, e publicado na edição online do jornal PLoS Medicine, diz que a pandemia de gripe suína parece muito mais "branda" do que se esperava. "Nosso trabalho mostra que a gravidade da gripe A H1N1 pode ser menor do que se acreditava inicialmente", disse Marc Lipsitch, professor de epidemiologia da Escola de Saúde Pública de Harvard e principal autor do estudo. Mas ele lembrou que continua sendo importante a vacinação contra o vírus da gripe suína. "Trata-se de uma doença séria", disse Lipsitch. "O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e outras instituições mostraram que certos grupos de algum risco, incluindo mulheres grávidas, pessoas com asma e pessoas com sistema imunológico comprometido, devem ser vacinadas e devem buscar tratamento rapidamente se suspeitarem que contraíram o A H1N1", insistiu. "Mesmo para pessoas fora desses grupos de alto risco, a vacinação é uma maneira importante de reduzir o risco do que pode ser uma doença grave". A Organização Mundial da Saúde registrou cerca de 209 mil casos, confirmados em laboratório, e mais de 3.205 mortes em todo o mundo, embora funcionários de saúde digam que provavelmente existam muitos casos não contabilizados. Se o vírus não sofrer mutações e se tornar uma doença mais letal, pesquisadores estimam que o surto de outono-inverno (no hemisfério norte) vai provavelmente resultar em um número muito menor de mortes do que as 36 mil estimadas durante uma temporada de gripe. O estudo foi financiado conjuntamente pelo Conselho de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha, a agência britânica de Proteção à Saúde, pelo Instituto de Saúde Nacional dos Estados Unidos e pelo Departamento de Segurança Interna norte-americano. Fonte: Agência Estado - SP (08/12/2009) 4/12/2009 Morre na Holanda homem infectado por gripe A mutante As autoridades de saúde da Holanda anunciaram hoje que morreu no país um homem infectado com uma mutação do vírus AH1N1, causador da gripe A. A vítima, que já estava doente quando contraiu o vírus, morreu domingo, no Hospital Universitário de Groningen (norte), informou o Instituto Holandês de Saúde e Meio ambiente (IHSMA). Mutações do vírus da gripe A já foram detectadas em outras duas pessoas na Holanda. Mas, por enquanto, nenhum óbito relacionado à gripe mutante havia sido registrado. Segundo a TV pública holandesa, o homem que morreu foi tratado com o antigripal Tamiflu, ao qual o vírus apresentou resistência. Na semana passada, na França também foram registradas duas mortes causadas por mutações do vírus AH1N1. Atualmente, a Holanda está em plena campanha de vacinação contra a gripe A. Na semana passada, a imunização foi ampliada a crianças de seis meses a 4 anos idade. Fonte: Terra - SP (03/12/2009) 4/12/2009 Evolução da pandemia de gripe continua imprevisível, diz OMS A evolução da pandemia da nova gripe continua imprevisível, pois pode se transformar em um tipo de infecção leve ou, pelo contrário, ser mais perigosa, afirmou nesta quinta-feira (3) o diretor adjunto da Organização Mundial da Saúde (OMS), Keiji Fukuda. Diante dos casos - ainda isolados - de mutação do vírus A (H1N1), Fukuda disse que, por enquanto, é impossível prever o que pode acontecer. Afirmou que, em caso de mutação, "o vírus pode ser menos virulento, mas também há exemplos de vírus que começaram leves e depois se tornaram mais patógenos. Temos os dois tipos de exemplos". O representante da OMS afirmou que os países devem continuar cooperando para combater a atual pandemia. Revelou que, por enquanto, o organismo não tem planos para suspender ou diminuir o nível máximo de alerta sanitário que está em vigor desde junho em relação à gripe. Campanha de vacinação Fukuda disse que a transmissão do vírus é alta no hemisfério norte, mas a situação muda de acordo com o país, enquanto, no hemisfério sul, o número de casos continua em baixa. Sobre a campanha de vacinação, disse que foram distribuídos 150 milhões de doses em cerca de 40 países, sem reações adversas inesperadas entre as pessoas imunizadas. Em relação à porcentagem de pessoas infectadas, o especialista declarou que isso depende de diferentes fatores, como a idade. Nesse último caso, as crianças aparecem como um grupo especialmente vulnerável, principalmente quando estão reunidas em ambientes como escolas ou creches, com taxas que podem alcançar 30%, usando como referência a gripe sazonal, disse. Sobre os casos de resistência ao antiviral oseltamivir, Fukuda confirmou que foram verificados 96 casos no mundo, mas afirmou que este remédio continua efetivo contra a maior parte dos tipos de vírus detectados nesta pandemia. Fonte: G1 - RJ (03/12/2009) 4/12/2009 Paraná confirma duas mortes por gripe suína O Paraná registrou mais duas mortes por gripe suína no Estado nesta quinta-feira (3). As informações são da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná. Um deles é um homem morador de Ponta Grossa, com idade entre 20 a 49 anos. Sua identidade não foi revelada. Só em Ponta Grossa houve outras nove mortes confirmadas até o dia 30 de novembro. A outra vítima é uma mulher moradora de Guarapuava, com idade entre 5 a 19 anos (identidade não revelada). Já houve dez mortes confirmadas na cidade. O Paraná registrou 39.143 casos confirmados da gripe H1N1 no Estado e 285 mortes. Fonte: R7 - SP (04/12/2009) 3/12/2009 VACINAÇÃO REDUZ MORTE POR INFARTO A vacinação contra a gripe reduz a mortalidade por infarto em idosos, revela um estudo do Instituto do Coração, em São Paulo. A pesquisa analisou a mortalidade de pessoas com mais de 60 anos em São Paulo entre 1980 e 2006 e comparou os dados antes e depois da implantação da campanha de vacinação, em 1998. Segundo os autores, infecções e febre, por exemplo, favorecem o processo inflamatório das placas de gordura. Fonte: Folha de S. Paulo - SP (03/12/2009) 3/12/2009 Lacen apresenta os primeiros resultados da análise do H1N1 O diretor-geral do Laboratório Central do Estado de Paraná (Lacen-PR), Marcelo Pilonetto, apresentou nesta quarta-feira (2) os primeiros resultados do sequenciamento genético do vírus Influenza A (H1N1) realizado pelo laboratório. Embora o estudo ainda tenha muito a avançar, os resultados iniciais revelaram que o vírus circulante no Paraná é muito semelhante aos demais identificados em outras regiões onde ocorreu a epidemia. "Os resultados do sequenciamento do vírus nos indicarão os próximos passos que deveremos tomar para o enfrentamento de uma possível segunda onda da doença. Poderemos nos programar em termos de vigilância, baseados em resultados reais, que permitirão ações mais eficazes", ressaltou o secretário da Saúde, Gilberto Martin. Pilonetto explicou que não foi identificada nenhuma mutação significativa que diferencie o vírus que circula no Paraná do que está em outros países. "Por enquanto, o Lacen concluiu a análise de um dos oito segmentos do genoma do vírus. Estamos em analisando outros dois. Os resultados nos permitirão perceber mutações que possam causar possível baixa efetividade à vacina e resistência ao medicamento. Estas duas descobertas serão de grande importância para o enfrentamento da doença." Fonte: Paraná - PR (02/12/2009) 2/12/2009 EUA: casos de gripe A chegam ao nível mais baixo em 2 meses A propagação do vírus da gripe A nos Estados Unidos caiu durante todo o mês de novembro e registra agora o nível mais baixo de contágios em dois meses, informou hoje o Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês). O diretor do CDC, Thomas Frieden, demonstrou otimismo diante das evidências de que a pandemia já chegou a seu ponto máximo de propagação e começou a regredir em novembro, reduzindo o número de estados afetados a 32, o número mais baixo desde setembro. Além disso, as visitas a médicos relacionadas com sintomas da gripe A caíram durante quatro semanas consecutivas e as hospitalizações e mortes se encontram "nos níveis típicos do mês de fevereiro, quando a gripe comum chega a seu auge". Segundo Frieden, essa queda nos contágios e as melhorias no processo de distribuição da vacina, com 69 milhões de doses entregues até agora, abriram uma "janela de oportunidades" para proteger a população americana da doença. De acordo com o diretor do CDC, a menor atividade da pandemia permitirá vacinar a população com adiantamento suficiente para se antecipar a uma possível nova onda da gripe A. Diferentes especialistas, entre eles alguns membros do CDC, previram que haverá uma terceira onda de contágios no início de 2010, quando voltam as aulas após o recesso de final de ano. O vírus da gripe A chegou aos EUA em abril e infectou 22 milhões de pessoas em todo o país nos últimos seis meses, causando 3.900 mortes. Fonte: Terra - SP (02/12/2009) 1/12/2009 Vacinação inicia em abril de 2010 O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse ontem que grávidas, idosos, crianças pequenas e portadores de doenças crônicas formam a parcela da população que receberá a vacina contra o vírus A(H1N1) a partir do ano que vem. O ministro ressaltou que a estratégia do ministério para o combate à chamada gripe suína ainda não está fechada e que a campanha de imunização só deve começar em abril. “Há uma dúvida ainda sobre (vacinar) a população com idade entre 20 e 39 anos e esta questão está sendo analisada”, afirmou Temporão, referindo-se à faixa etária que registrou alto índice de contaminação pelo vírus A(H1N1) no último inverno. “Estamos analisando todos os fatores com as sociedades brasileiras de Obstetrícia, Pediatria e Infectologia. Vamos ouvir os especialistas”. Temporão lembrou que a vacina exige tempo longo de produção e que os primeiros lotes serão entregues ao ministério em janeiro e fevereiro, por isso a campanha não iniciaria antes de abril. “Tivemos queda substantiva (da contaminação) e estamos nos preparando para possível segunda onda da gripe, no inverno do ano que vem”. Fonte: Folha de Pernambuco - PE (01/12/2009) 1/12/2009 País vai vacinar idosos, grávidas e crianças O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse ontem que grávidas, idosos, crianças pequenas e portadores de doenças crônicas devem receber a vacina contra o vírus H1N1 a partir de 2010. O ministro ressaltou que a estratégia para combater a gripe suína não está fechada e que a campanha de imunização deve começar em abril. "Há uma dúvida ainda sobre (vacinar) a população com idade de 20 a 39 anos e essa questão está sendo analisada", afirmou Temporão, referindo-se à faixa etária que registrou alto índice de contaminação pelo vírus no inverno. "Estamos analisando todos os fatores com as sociedades brasileiras de Obstetrícia, Pediatria e Infectologia. O ministério vai ouvir os especialistas para construir sua estratégia", declarou. Temporão lembrou que a vacina exige um longo tempo de produção e que os primeiros lotes serão entregues ao ministério em janeiro e fevereiro - por isso a campanha não começará antes de abril. "Tivemos uma queda substantiva (da contaminação por H1N1) e agora nos preparamos para uma possível segunda onda da gripe, a partir do inverno do ano que vem. Estamos comprando vacinas, estocando medicamentos, treinando pessoal e adquirindo equipamentos para ampliar o número de leitos de UTI", disse. MUTAÇÕES Ontem, a Itália divulgou que foi detectada em um paciente a mesma mutação do vírus H1N1 encontrada na Noruega. A Coreia do Sul afirmou ter registrado o primeiro caso de resistência ao antiviral Tamiflu no país. Em nota, o Ministério da Saúde da Itália informou que o doente sofria de grave forma de pneumonia. "Os dados confirmam que a mutação do vírus não parece predominar nos casos graves ou letais e que não indica estar em fase de difusão", diz a nota. Até o momento, segundo o ministério italiano, 93 pessoas morreram no país por causa da gripe suína. Na Coreia do Sul, a cepa resistente ao Tamiflu foi encontrada em um menino de 5 anos, que precisou de doses repetidas do remédio para se recuperar da doença. O Ministério da Saúde da Coreia do Sul orientou que os doentes retornem aos hospitais caso não reajam à medicação após o quinto dia de uso. Ao comentar a mutação do H1N1 na Itália, Temporão disse que, até agora, não há evidências de que as cepas sejam mais graves ou resistentes aos remédios disponíveis. "Temos de aguardar novos estudos para traçar uma estratégia", disse. Fonte: O Estado de S. Paulo - SP (01/12/2009) 30/11/2009 Mortes por gripe suína têm forte alta no hemisfério Norte Mais de mil mortes relacionadas à gripe A, a chamada de gripe suína, foram oficialmente relatadas na semana passada. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), foi um salto inesperado de 16% em relação ao número médio. Mais da metade das mortes ocorreu na América do Norte, mas crescem os casos na Europa. "Nos EUA e no Canadá, a transmissão da gripe continua muito ativa e geograficamente espalhada", disse a OMS. Para a organização, o aumento de casos chegou mais cedo do que se esperava, pois o inverno no hemisfério Norte só se inicia no mês que vem. "No Canadá, a atividade da gripe permanece similar, mas o número de hospitalizações e mortes está aumentando", disse a OMS. Na Europa, foi identificada uma mutação mais resistente do vírus. O Instituto Nacional de Vigilância Sanitária (INVS) da França confirmou sexta-feira a morte de dois pacientes que apresentavam "mutações no genoma do vírus da gripe A". Trata-se da mesma mutação identificada na Noruega. O INVS adverte que "essa mutação poderia aumentar a capacidade do vírus" para alcançar as vias respiratórias e chegar ao pulmão. Segundo o INVS, em um dos casos foi constatada "outra mutação conhecida por provocar resistência ao oseltamivir", um dos dois princípios ativos do antiviral Tamiflu, utilizado para combater a gripe. "É a primeira cepa resistente na França dentre as 1,2 mil analisadas até o momento", acrescenta. A OMS afirma que tanto as vacinas quanto os remédios antivirais continuam sendo eficazes contra a gripe A, apesar das mutações. Em outras partes da Europa há relatos de que a gripe "está muito ativa", como na Suécia, na Noruega, na Itália e em Moldova, segundo a OMS. Na Ásia, a transmissão é "ativa" e se mantém "estavelmente elevada" no Japão. No hemisfério Sul, que está entrando no verão, há poucos relatos de atividade pandêmica da gripe. A agência de viagens CVC afirma não ter havido desistências nos pacotes já vendidos para viagens de fim de ano para o hemisfério Norte nem mudanças significativas no ritmo de vendas. Fonte: Valor Econômico - SP (30/11/2009) 30/11/2009 América Latina receberá 200 mi de doses de vacina para gripe suína Um total de 200 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe, especialmente as que fazem parte dos grupo de risco, poderão começar a receber a vacina contra a gripe suína --como é chamada a gripe A (H1N1)-- em dezembro, segundo informações da Organização Pan-Americana da Saúde (OPS). A diretora da OPS, a argentina Mirta Roses, declarou nesta sexta-feira, em entrevista na Costa Rica, onde finaliza uma viagem de trabalho, que, no último dia 27 de setembro, a organização encomendou 200 milhões de doses. Roses explicou que a vacina, cujo custo por dose é de US$ 7, começará a ser entregue aos países em meados de dezembro e que, em março, haverá um pico na produção dos quatro provedores com os quais a OPS trabalha. A prioridade será imunizar os funcionários do setor de saúde e pessoas com fatores de risco como grávidas e diabéticos ou os que têm obesidade mórbida, males cardíacos ou respiratórios, entre outros. A vacinação "vai levar quase um ano [...] e para o próximo ciclo tomaremos a decisão sobre se este vírus será incorporado ao conjunto dos vírus da vacina estacional", disse a funcionária. Roses explicou que, em junho, um painel de especialistas estudará a evolução da doença para determinar se começa a fabricar uma única vacina da gripe. "Estamos vigiando permanentemente o vírus para que não haja mutações. Houve algumas mutações, mas nenhuma significou uma mudança na conduta do vírus nem em sua transmissão", assegurou. Fonte: BOL - SP (27/11/2009) 26/11/2009 China detecta mutação do vírus da gripe A A China registrou nos últimos dias oito casos de mutação do vírus da gripe A. O diretor do Centro Nacional de Influenza da China, Shu Yuelong, disse à agência estatal Xinhua que a mutação do vírus encontrada no país teve disseminação “isolada” na China continental. A variedade, segundo ele, não é resistente a remédios e pode ser prevenida pelas vacinas. O texto da agência não fornece outras informações, como por exemplo quando os casos foram detectados, nem se estão ligados a alguma morte. Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) informou que estava investigando uma variação da gripe A H1N1 ligada a duas mortes na Noruega. Por que preocupa - Cientistas temem que uma mutação possa ser uma forma mais perigosa ou mais infecciosa, ou que a variação troque genes com a gripe sazonal ou outros tipos. - Na sexta-feira, a Noruega anunciou que pesquisava uma nova variedade da gripe A, que está relacionada a duas mortes. O país afirmou que a mutação causava doenças graves, pois afeta mais os tecidos nas vias aéreas - A OMS afirmou que a mesma mutação norueguesa foi encontrada em países como o Brasil Fonte: Zero Hora - RS (26/11/2009) 26/11/2009 Vacina contra a gripe comum diminuiu riscos de H1N1 Chances de contrair a nova gripe caíram até 42% para quem recebeu a vacina Um estudo realizado pelo U.S. Military Personnel Shows, nos Estados Unidos, aponta que as pessoas que receberam a vacina contra a gripe comum apresentam um risco até 42% menor de contrair a gripe suína, se comparadas com aquelas que não receberam nenhuma proteção. Os resultados também são positivos para quem contraiu a doença já que os números de internação pela gripe suína caem até 62% nas pessoas vacinadas. Para explicar como este fato acontece, já que os conteúdos da vacina contra a gripe comum não proporciona anticorpos que neutralizam o vírus H1N1, os cientistas dizem que a vacina ativa um grupo de células conhecidas como células T. As células T aprendem a reconhecer agentes patogênicos como vírus e fungos. O estudo confirmou que elas estão preparadas para reconhecer a gripe H1N1 e acionar as defesas imunológicas, quando se deparam com o vírus causador da doença. Depois de reconhecer os micro-organismos (como bactérias, vírus, fungos, protozoários, helmintos e alguns tipos de vermes), o corpo cria defesas que matam as células infectadas para limitar a propagação da infecção. Dados da pesquisa também mostram que os resultados foram 50% mais eficazes em pessoas com menos de 25 anos de idade, e 55% eficaz para pessoas com mais de 39 anos. Mas, para as pessoas entre 25 e 39 anos de idade, os resultados não foram considerados positivos. Os cientistas ainda não sabem explicar o pôrque desta correlação, mas dizem que o ano de nascimento e o crescimento da gripe H1N1 em algumas faixa-etárias podem estar ligado à falta de proteção do organismo em determinadas idades. Fonte: Oeste News - MS (26/11/2009) 26/11/2009 Vídeo para leigos feito por cientistas sobre vírus da gripe será lançado hoje na Praia Vermelha, UFRJ O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (Inbeb) produziu o vídeo "Influenza: Conhecendo a imagem e a estrutura do vírus", de divulgação científica sobre o vírus, pegando como gancho a epidemia de gripe suína de 2009. O material será lançado nesta quarta-feira, às 20h, no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ (Av. Pasteur 250, 2º andar, na Urca). A ideia do vídeo é mostrar para a população como são feitas as pesquisas com o vírus. A história mostra João Paulo, estudante do 6º ano do Colégio Pedro II, consultando os pesquisadores da UFRJ, filiados ao Inbeb, sobre mais informações sobre o vírus Influenza para fazer seu dever de casa. Na universidade, o menino visita diferentes laboratórios para conhecer, na prática, como são desenvolvidas as pesquisas que buscam o desenvolvimento de vacinas e medicamentos. Pelo olhar do menino, são abordadas várias questões: por que os cientistas pesquisam os vírus? Como é o vírus Influenza? Qual a diferença entre o vírus da gripe suína e o vírus da gripe comum? - Queríamos a participação de uma criança e lembramos do João Paulo que, no ano passado, destacou-se em um Curso de Férias de Ciências, ministrado por alguns professores do nosso Instituto - explicou o professor Jerson Lima Silva, coordenador do Inbeb. Fonte: Globo Online - RJ (25/11/2009) 24/11/2009 INCT lança seu primeiro vídeo de divulgação científica Este ano, a epidemia de gripe suína, ou gripe A H1N1, ganhou grande espaço na mídia, causando pânico em muitas pessoas. Para mostrar à população como são feitas as pesquisas com o vírus Influenza – agente causador da gripe, seja ela comum, suína ou mesmo aviária – o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (Inbeb) produziu um vídeo de divulgação científica sobre o assunto. O Inbeb é um dos 123 Institutos de pesquisa lançado no final de 2008 com apoio do Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) e lança o vídeo na quarta-feira (25), às 20h, no Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) . No roteiro, João Paulo, estudante do 6º ano do Colégio Pedro II, precisa fazer um dever de casa de Ciências e recorre aos pesquisadores da UFRJ, filiados ao Inbeb, para obter mais informações sobre o vírus Influenza. Na universidade, o menino visita vários laboratórios para conhecer, na prática, como são feitas as pesquisas que buscam o desenvolvimento de vacinas e medicamentos. Por meio da curiosidade do menino de 11 anos, diferentes aspectos da pesquisa biomédica, relacionados à biologia estrutural e bioimagem são abordadas no vídeo : por que os cientistas pesquisam os vírus? Como é o vírus Influenza? Qual a diferença entre o vírus da gripe suína e o da gripe comum? Na busca de respostas para estas perguntas, João Paulo conversa com pesquisadores e conhece como funcionam os vários modelos de microscópios, além de sofisticados equipamentos de ressonância magnética nuclear e de bioluminescência. “Influenza: Conhecendo a imagem e a estrutura do vírus” é um vídeo com história fictícia e personagens reais. “Queríamos a participação de uma criança e lembramos-nos do João Paulo que, em 2008, destacou-se em um Curso de Férias de Ciências , ministrado por professores do nosso Instituto” ,contou Jerson Lima Silva, coordenador do Inbeb. Com 33 minutos de duração, o vídeo - além de trazer precisas informações científicas sobre o vírus Influenza - também objetiva despertar o interesse das crianças para a Ciência. Fonte: Agência CT - DF (24/11/2009) 24/11/2009 Paraguai confirma 953 casos de gripe suína e 43 mortos O número de pessoas infectadas pelo vírus da gripe suína no Paraguai chegou a 953, segundo informou hoje o Ministério da Saúde local. A instituição detalhou que não se trata de um surto, uma vez que a contagem aumentou devido a 27 casos que estavam sob suspeita e só agora foram confirmados por laboratórios. Os contágios remetem a três casos descobertos em maio, 22 em junho, um em agosto e outro em outubro. A maioria deles foi registrada nos departamento (estado) de Central e na capital do país, Assunção. Desde o início do mês de novembro, sete casos foram detectados, sendo um no departamento de Amambay, um em Central e outro em Assunção. Até o momento, 43 pessoas morreram por causa da doença no país. Já o número de casos ainda não confirmados é de 6.745. Fonte: JB Online - RJ (23/11/2009) 23/11/2009 Arábia Saudita anuncia morte de quatro peregrinos com gripe suína Quatro peregrinos que tinham viajado à Arábia Saudita para participar do hajj morreram depois de contrair o vírus H1N1, anunciou o ministério saudita da Saúde em comunicado publicado neste sábado. Trata-se do primeiro registro de morte de peregrinos por causa deste vírus. Uma marroquina, um sudanês e um indiano, todos ocom 75 anos, e uma nigeriana de 17 anos faleceram na Arábia Saudita, para onde tinham viajado para participar da grande pegerinação do hajj, informou o ministério no comunicado, publicado pela agêncoa oficial saudita SPA. Segundo o comunicado, os quatro peregrinos não tinham respeitado as "recomendações anunciadas, sobretudo a vacinação contra a gripe suína". Centenas de milhares de peregrinos de todo o mundo chegaram à Arábia Saudita para participar do hajj, que acontece nas cidades santas de Meca e Medina. Fonte: A Tribuna - SP (21/11/2009) 23/11/2009 OMS garante segurança da vacina contra a gripe suína em crianças Para órgão mundial, "não há razão para que as crianças não sejam vacinadas" A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou nesta quinta-feira (19) que a imunização das crianças contra a gripe suína é tão segura como a de outros grupos de idade, mas reconheceu que considerá-las como grupo prioritário para receber a vacina dependerá da situação em cada país. A responsável por vacinas da OMS, Marie-Paule Kieny, disse que "não há razão para que as crianças não sejam vacinadas". Afirmou que os relatórios que o órgão recebe sobre as campanhas de vacinação contra a gripe suína que estão em andamento confirmam que o produto é tão seguro quanto a clássica vacina para a gripe sazonal. - Preocupa-nos que certos grupos não serão vacinados, mas esperamos que a confirmação de que a vacina é segura dissipe os temores que as pessoas possam ter e elas entendam que é uma maneira de se proteger. Kieny afirmou também que os grupos considerados prioritários para a vacina da gripe sazonal, como os idosos com mais de 65 anos, devem recebê-la como fazem todos os anos, pois pode ser complementada com a vacina pandêmica. Fonte: R7 - SP (19/11/2009) 23/11/2009 Vacinas continuam eficientes mesmo com mutação do H1N1, garante médico francês As vacinas contra a gripe suína continuam eficientes, graças aos adjuvantes, apesar da detecção pela Noruega de uma mutação do vírus H1N1, garantiu neste sábado o médico francês Didier Houssin. "A imunogenicidade não foi modificada por esta mutação. Portanto, as vacinas continuam eficientes", afirmou o professor Houssin à rádio francesa Europe 1. "É justamente porque temíamos tal mutação que fizemos com que várias vacinas sejam vacinas com adjuvantes, para poder, eventualmente, encarar mutações", explicou. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou sexta-feira que a Noruega detectou uma mutação do vírus H1N1 em três casos. Houssin qualificou a mutação de "preocupante", pois "pode permitir ao vírus se implantar mais baixo no aparelho pulmonar, e provocar uma doença mais grave". "No entanto, não é um gene de virulência conhecido. Esta mutação não significa a circulação de um vírus que teria sido totalmente modificado", destacou. "Isso significa claramente que é preciso seguir a recomendação de vacina referente a esta gripe", frisou o médico. Fonte: A Tribuna - SP (21/11/2009) 23/11/2009 Casos de gripe suína caem 97,3% no Brasil Com a chegada da primavera e tempo típico de verão, com altas temperaturas, as transmissões da gripe A diminuíram drasticamente no Brasil. Para se ter uma ideia, entre 8 de agosto a 10 de outubro, houve queda de 97,3% no número de casos da gripe A, passando de 2.828 registros para 78 em todo o país. No acumulado entre 25 de abril e 10 de outubro, foram confirmados 18.973 casos de algum tipo de influenza, dos quais 17.219 (90,7%) tiveram confirmação laboratorial para a nova gripe no país. No mesmo período foram registrados 1.368 mortes por influenza A (H1N1), o que corresponde a uma taxa de mortalidade de 0,7 por 100 mil habitantes. De acordo com o infectologista e professor da Universidade de Brasília, Evoide de Moura, a diminuição dos casos da gripe com a mudança da estação sempre foi a esperança dos pesquisadores. - É o que ocorre com a gripe comum. Temos picos no inverno e uma redução grande das ocorrências nas outras estações. Essa é a nossa vantagem com relação ao hemisfério Norte, pois não enfrentamos um outono frio, com mudanças drásticas na temperatura. Como qualquer outra pandemia, a gripe causada pelo vírus H1N1 terá um fim, de acordo com Nancy Bellei, infectologista da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Ela explica que uma pandemia, como a da gripe suína, costuma durar cerca de dois anos, e diz que, a partir de outubro, espera-se que os casos da doença diminuam ainda mais no Brasil. O vírus H1N1 já infectou grande parte da população brasileira. E isso, segundo Moura, pode ser uma coisa boa, já que os infectados estão imunes a esse tipo de vírus. - O grande número de infectados e a chegada da vacina, prevista para o próximo ano, devem neutralizar a ação do vírus da gripe A como ele se apresenta atualmente. Mas isso não significa que estamos livres de uma nova cepa (tipo de vírus). Mesmo assim, o Ministério da Saúde brasileiro fechou a compra do primeiro lote de vacinas contra Influenza A (H1N1). São 40 milhões de doses, com entrega ao governo no primeiro semestre de 2010. As vacinas estarão disponíveis antes do próximo inverno para um público-alvo ainda em definição. Além deste lote, o Ministério da Saúde também vai adquirir as vacinas produzidas pelo Instituto Butantan, único produtor na América Latina, e também por meio do Fundo Rotatório da OPAS. Fonte: R7 - SP (21/11/2009) 27/10/2009 ONU reforça alerta contra gripe A(H1N1) Sede da organização, em Nova York, reage à declaração de situação de emergência pela Casa Branca e defende medidas simples de prevenção para o combate ao vírus. As Nações Unidas reforçaram o alerta de prevenção à gripe A (H1N1), após o presidente Barack Obama ter declarado, na sexta-feira, situação de emergência nos Estados Unidos por causa da doença. De acordo com a Casa Branca, a declaração de Obama deve chamar a atenção das autoridades de saúde para a necessidade de ação rápida e eficaz contra o avanço do vírus. Recomendações Como resposta ao anúncio do presidente norte-americano, a sede da ONU, em Nova York, afirma que continua trabalhando para combater a pandemia. Em comunicado divulgado nesta segunda-feira, a organização pede que funcionários com suspeita da gripe visitem um médico o quanto antes, principalmente mulheres grávidas e pessoas com doenças crônicas. Para evitar a contaminação, as Nações Unidas recomendam lavar sempre as mãos com sabão ou usar álcool-gel, caso não haja água por perto. Cobrir o nariz e a boca com um lenço ao tossir ou espirrar também evita que o vírus se espalhe. Vacinação A ONU em Nova York pede ainda que seus funcionários se vacinem contra a gripe A(H1N1), assim que a campanha começar. Segundo a organização, quem faz parte dos grupos de risco deve ser o primeiro a recorrer à vacina. De acordo com a última atualização da Organização Mundial da Saúde, 370 mil casos da gripe A(H1N1) foram registrados e mais de 4,5 mil mortes. Fonte: Envolverde - SP (26/10/2009) 22/10/2009 Começa imunização contra H1N1 Início do inverno no Hemisfério Norte será teste para autoridades Começou ontem, em diversos países do Hemisfério Norte, a campanha de vacinação contra a influenza A (H1N1), também chamada de gripe suína. Em geral, a imunização contra a nova gripe ocorrerá em paralelo à normalmente aplicada contra a gripe sazonal. O início do inverno nos países do Norte será uma prova de fogo para as autoridades de saúde de todo o mundo. Vários especialistas haviam previsto uma nova — e potencialmente perigosa — epidemia da doença. As gigantescas filas que se formaram já no primeiro dia da campanha nos EUA deixaram claro o grau de apreensão da população. O governo americano admitiu ontem que não haverá vacinas contra a gripe suína para 100% da população até dezembro, quando o inverno americano estará no auge e especialistas estimam que até 60% da população poderá contrair a doença. A secretária de Saúde, Kathleen Sebelius, afirmou ao Comitê de Segurança Nacional do Congresso que não há hoje condições de atender a todos os americanos que desejarem se vacinar contra a gripe. Estimativas do governo dão conta de que, até o fim de outubro, apenas 30 milhões de vacinas estarão disponíveis nos EUA, o que está fazendo a população formar longas filas — com esperas de três a quatro horas, pelo menos. O Reino Unido começou ontem a vacinar os grupos considerados prioritários, que incluem profissionais de saúde e mulheres grávidas. A previsão é de que, ao longo das próximas semanas, 11 milhões de pessoas sejam vacinadas, prioritariamente as mais vulneráveis, como aquelas com HIV, câncer, problemas cardíacos, entre outras condições debilitantes. A China também deu início à sua campanha de vacinação. Pelo menos 4.735 pessoas morreram em todo o mundo desde abril, quando um surto da gripe, causada pelo vírus H1N1, foi detectado, primeiramente no México Fonte: O Globo - RJ (22/10/2009) 22/10/2009 Investigado perfil do vírus da gripe A Secretaria Estadual de Saúde coordena, até o final do ano, em parceria com a Universidade Federal de Pelotas, um estudo para investigar o perfil do vírus da gripe A no Estado. "Queremos ter um conhecimento científico adequado da parcela da população que entrou em contato com a Influenza", explica o diretor do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, Francisco Paz. O secretário Osmar Terra se diz otimista em relação ao impacto da segunda onda da gripe no RS. "Quanto maior o número de pessoas contaminadas esse ano, menor será no ano seguinte", avalia. Aliada a isso, a chegada das vacinas contra a doença também deverá contribuir para que o retorno da epidemia seja mais brando. O secretário já pediu ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que o RS receba uma parcela generosa das 80 milhões de doses que serão distribuídas até março. "Dá para a gente pensar em 5 a 6 milhões de doses", estimou. Uma equipe técnica será formada para estabelecer os critério de vacinação. Adultos jovens, grávidas, obesos e crianças deverão ter prioridade na imunização. O Estado foi escolhido para sediar, ainda, um Centro Nacional de Pesquisa em Influenza, projeto em parceria com a Fiocruz e o Ministério da Saúde. Fonte: Correio do Povo - RS (22/10/2009) 20/10/2009 Organização Mundial da Saúde doará vacinas contra a gripe suína para países pobres Repasse deverá ocorrer em novembro, segundo a OMS Vacinas contra a gripe H1N1 serão doadas, provavelmente em novembro, a quase cem países em desenvolvimento, anunciou nesta segunda-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS). "O diretor da OMS aprovará, muito provavelmente hoje, uma lista de países que receberão as vacinas contra a gripe suína", declarou a encarregada do departamento de pesquisa sobre vacinas da organização,Marie-Paule Kieny. As vacinas serão doadas por grupos farmacêuticos e pelos países industrializados. Estes últimos prometeram distribuir 10% de suas reservas em vacinas aos pobres. Fonte: Correio do Povo - RS (20/10/2009) 20/10/2009 Gripe suína e gripe sazonal podem ter vacina única O vice-ministro da Saúde da Itália, Ferruccio Fazio, afirmou que é possível que a partir de outubro de 2010 haja uma vacina que combata tanto a gripe sazonal quanto a gripe A (H1N1). O anúncio foi feito hoje na convenção da Sociedade Italiana de Hematologia, em Milão. Para o vice-ministro, "é verossímil que a vacina para a gripe A faça parte da vacina da gripe sazonal, e que esta última torne-se quadrivalente", já que a imunização contra a influenza clássica contém a cada ano três linhagens do vírus. - Se nós pararmos a gripe A até a primavera (que começa em março no hemisfério norte), sua vacina poderá então fazer parte daquela para a gripe sazonal - completou Fazio. O vice-ministro disse ainda que a Itália pretende debelar a doença até o próximo verão europeu, que começa em junho. De acordo com ele, é provável que a influenza continue circulando no mundo pelos próximos dois ou três anos, motivo pelo qual é importante vacinar também os cidadãos de países em desenvolvimento. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 4.700 pessoas tenham morrido em decorrência da gripe A em todo o mundo. Na Itália, foram confirmados 2.807 casos. Quatro pessoas morreram por causa da doença. Fonte: JB Online - RJ (19/10/2009) 20/10/2009 Casos graves de gripe suína no Brasil caem 97% em dois meses O número de casos graves de influenza A (H1N1) – gripe suína – no Brasil caiu 97,3% em dois meses, passando de 2.828 na semana encerrada em 8 de agosto para 78 em 10 outubro, de acordo com boletim divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Ministério da Saúde. De abril a outubro, o país registrou 17.219 casos da nova gripe, com 1.368 mortes confirmadas. A taxa de mortalidade da doença no Brasil é 0,7 por 100 mil habitantes. No último boletim, de setembro, o Brasil registrava 899 mortes. No entanto, de acordo com o ministério, o acréscimo não se refere a casos novos de pessoas que morreram no período analisado, mas aos casos que tiveram confirmação laboratorial entre os dias 12 de setembro e 10 de outubro. De acordo com o ministério, a comparação com outros países ficou prejudicada porque a atualização dos dados internacionais não se dá de maneira uniforme. Os Estados Unidos, por exemplo, país que registra o maior número de óbitos, mudou recentemente o critério de classificação de mortes, zerou as estatísticas e passou a contabilizar não só as mortes causadas pelo vírus A (H1N1), mas por qualquer tipo de influenza. Nos últimos dias, houve aumento das taxas de transmissão de doenças respiratórias na América do Norte, Europa Ocidental e Norte da Ásia por causa da proximidade do inverno nas regiões temperadas do Hemisfério Norte. Fonte: DCI - SP (20/10/2009) 15/10/2009 Estudo explica imunidade ao vírus H1N1 em idosos Pessoas idosas que contraíram ou se vacinaram contra a gripe sazonal podem ter uma imunidade produzida por células que as protege do vírus H1N1, responsável pela gripe suína, disseram pesquisadores nesta quarta-feira. Eles disseram que partes do H1N1 foram encontrados em cepas de vírus anteriores e que algumas pessoas com mais de 60 anos de idade, que já foram expostas a vírus similares, podem ter células capazes de protegê-las. - Estas descobertas indicam que populações humanas podem ter algum nível de imunidade à gripe H1N1 e podem explicar porque os sintomas de 2009 relacionados ao H1N1 são geralmente brandos - disse Carol Cardona, da Escola de Medicina Veterinária da Universidade da Califórnia. O estudo dela foi publicado pela revista Emerging Infectious Diseases. Cardona disse que células de imunidade podem estar atuando para enfraquecer os efeitos da gripe H1N1. - O significado clínico é que você ficará doente, mas não será tão grave se fosse como se você não tivesse nenhuma imunidade - disse Cardona em entrevista por telefone. Cardona e a colega Zheng Xing analisaram dados de estudos anteriores sobre o vírus H1N1, observando pequenos estiramentos de proteínas encontradas em regiões do vírus menos vulneráveis a mudanças entre cepas. De acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), a maioria dos casos graves e mortes relacionadas à gripe H1N1 foi em pacientes com menos de 65 anos. - São os mais jovens que estão sendo hospitalizados - disse Tim Uyeki, do CDC, durante encontro da Organização Pan-Americana da Saúde nesta quarta-feira. O médico Yoshi Kawaoka, da Universidade de Wisconsin, disse que os estudos mostraram que aqueles nascidos em 1918 ou antes possuíam vários anticorpos contra o novo vírus, que deve se assemelhar a um primo distante da gripe espanhola, de 1918. Fonte: JB Online - RJ (14/10/2009) 15/10/2009 Argentina decreta extinção de foco da gripe suína O ministro da Saúde da Argentina, Juan Manzur, afirmou nesta quarta-feira que "o surto de gripe A passou no país", onde a doença voltou aos parâmetros "normais". "Embora o surto da gripe A tenha passado, não temos que cruzar os braços. Vamos trabalhar para detectar pacientes com a doença", disse Manzur aos jornalistas depois de um ato público nos arredores de Buenos Aires. O ministro destacou o trabalho do Instituto Malbrán, "onde conseguiram decifrar o genoma do vírus AH1N1, que é o mesmo que circulou pelo México e o Canadá". Nesse sentido, ele disse que as pesquisas ajudarão na fabricação de uma vacina específica, para a qual o Estado argentino ofereceu subsídios a laboratórios nacionais. Manzur disse ainda que todos os centros de saúde do país têm remédios contra a nova gripe, que matou 514 pessoas na Argentina, segundo dados oficiais de meados de setembro. O ministro lembrou que o vírus da gripe "foi detectado em 170 países" e que o sistema de saúde argentino "está capacitado para combatê-lo". Em julho, no auge do inverno no país, a propagação da doença forçou o fechamento de escolas e à suspensão de atividades políticas, culturais e esportivas. Fonte: Terra - SP (14/10/2009) 14/10/2009 Disque-Gripe e hotsite da gripe suína serão desativados no Rio Após mais de 80 dias em funcionamento, os serviços Disque-Gripe e o hotsite Gripe A, abertos, respectivamente, pela Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil e a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro serão desativados nesta quinta-feira, dia 15. Os serviços surgiram como uma das ações do Gabinete Integrado de Emergência para a Influenza A, criado no fim de abril pelas duas secretarias para atender a pacientes com suspeita de terem contraído o vírus H1N1. Com o declínio no número de atendimentos e redução nas internações e notificações de casos da doença, já não se faz necessário, neste momento, manter ambos em funcionamento, uma vez que o objetivo dos serviços era evitar aglomerações nos hospitais e UPAs. Desde que entrou em operação, no dia 27 de julho, o Disque-Gripe atendeu 497.854 ligações, sendo que o volume maior de atendimento foi registrado durante o período compreendido entre final de julho e final de agosto. Em setembro, a média diária de atendimento chegou a menos de três mil ligações/dia, contra uma média de 15 mil em agosto. Em outubro, a média diária tem sido inferior a 800 ligações, sendo que a maioria dos usuários não apresentava sintomas da gripe A, mas apenas dúvidas relativas a doenças respiratórias em geral. Já o hotsite www.gripea.rio.rj.gov.br, que é uma versão online do Disque-Gripe, onde os internautas respondem a um questionário e são orientadas sobre os seus sintomas, recebeu, desde o dia 27 de julho, um total de 28.572 acessos. Pelo Disque-Gripe, além de obter esclarecimentos sobre seus sintomas, os usuários ainda eram monitorados diariamente. Dependendo do caso, a pessoa era orientada a procurar um dos Centros de Referência da Gripe e, caso necessário, era removida por uma das ambulâncias do Samu para um dos hospitais de referência abertos para atender aos possíveis infectados pelo vírus. Há cerca de 15 dias, a Secretaria de Estado de Saúde também desativou os últimos três Centros de Referência para Gripe que ainda estavam em funcionamento. Outros três Centros abertos pela secretaria já haviam sido desativados em 10 de setembro. Juntas, as seis unidades realizaram mais de 22,2 mil atendimentos. Com a desativação dos serviços, pacientes com sintomas da doença devem procurar as UPAs 24 Horas, postos de saúde e os Serviços de Pronto-Atendimento. Fonte: Terra - SP (14/10/2009) 14/10/2009 Bahia tem 187 casos confirmados de gripe suína O estado da Bahia contabiliza 187 casos confirmados da gripe suína, segundo informações divulgadas nesta terça-feira (13) pela Coordenação de Vigilância às Emergências em Saúde Pública (Cevesp) da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). De 24 de abril a 13 de outubro deste ano, foram considerados 1.257 casos suspeitos, sendo que 231 foram descartados e outros 839 estão em investigação. Durante este período, a Cevesp registrou oito mortes, sendo seis provocadas pelo vírus H1N1 (Salvador, Feira de Santana, Guanambi, Urandi e Caculé) e outras duas resultantes da gripe sazonal (Caculé e Urandi). Dos casos confirmados, aproximadamente 51% são do sexo masculino. A idade média foi de 22 anos, variando de nove meses a 79 anos. A maioria dos casos confirmados, 66,3% é de residentes em Salvador, com 124 doentes. As demais ocorrências foram registradas em Feira de Santa (13), Iuiú (12), Lauro de Freitas (7), Cachoeira, Porto Seguro (3 em cada), Guanambi, Ilhéus, Urandi Itabuna, Teixeira de Freitas e Vitória da Conquista (2 em cada), Camaçari, São Desidério, Caculé e Sebastião Laranjeiras (1 em cada). Também foram registrados casos confirmados de residentes de Maceió (Alagoas), Ribeirão Preto (São Paulo), Belém (Pará), Montevidéu (Uruguai) e Miami (USA). A Argentina foi o possível local de contaminação para 26% (46 casos), seguido pelo Chile (10), Estados Unidos (6), Paraguai (2), Uruguai (1) e outros em viagens dentro do Brasil (19). Fonte: Tribuna da Bahia - BA (13/10/2009) 13/10/2009 OMS: nível de pandemia da gripe suína poderá durar anos Pode levar anos para que a Organização Mundial da Saúde (OMS) mude a classificação da gripe suína de pandemia um nível similar ao sazonal, informou a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) sexta-feira. A gripe H1N1 matou pelo menos 4.525 pessoas em 191 países e territórios do mundo desde a aparição do novo vírus, em março passado, informou a sexta-feira a OMS. No Brasil, dados oficiais contabilizam 899 mortes. A OMS moveu seu nível de alerta pandêmico de até 6 pontos para o grau máximo em junho, em resposta à propagação da gripe suína. O porta-voz da OMS, Gregory Hartl, disse que o alerta sanitário permaneceria até que as pessoas pudessem combater melhor a infecção. – Em algum momento no futuro, haverá o reconhecimento do fato de que, se ele não estiver mais circulando numa base sustentada, então você reduziria o nível pandêmico – disse ele. – Mas não há absolutamente nenhuma indicação ainda de que isso esteja acontecendo. Em pandemias anteriores, afirmou Hartl, foi necessário um tempo para que cepas de gripe preocupantes se tornassem menos contagiosas. A desaceleração em geral vem do fato de as pessoas terem alguma exposição anterior ao vírus ou receberem proteção vacinal. – Mais cedo ou mais tarde o vírus pandêmico torna-se mais semelhante a um vírus sazonal e isso em geral leva algo em torno de dois ou três anos – afirmou Hartl. – Uma vez que um número suficiente de pessoas tenha sido ou vacinado ou contraído o vírus, torna-se mais difícil a disseminação. Ele começa a agir como uma gripe sazonal. Hartl afirmou que ainda não havia sinal de que a cepa pandêmica havia sofrido mutação para uma forma mais perigosa ou mais branda. Fonte: JB Online - RJ (10/10/2009) 13/10/2009 OMS: países pobres devem receber doações de vacinas contra gripe suína Vacinas contra a gripe H1N1 serão doadas, provavelmente em novembro, a quase cem países em desenvolvimento, anunciou nesta segunda-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS). "O diretor da OMS aprovará, muito provavelmente hoje, uma lista de países que receberão as vacinas contra a gripe suína", declarou a encarregada do departamento de pesquisa sobre vacinas da organização, a doutora Marie-Paule Kieny. As vacinas serão doadas por grupos farmacêuticos e pelos países industrializados. Estes últimos prometeram distribuir 10% de suas reservas em vacinas aos pobres. Fonte: JB Online - RJ (12/10/2009) 13/10/2009 EUA registram novo aumento de mortes por gripe suína entre crianças A quantidade de casos fatais da gripe A (H1N1) entre crianças nos Estados Unidos voltou a subir no último mês, informaram nesta sexta-feira as autoridades sanitárias, que atribuem o aumento de mortes à aceleração da infecção desde o início do outono no hemisfério Norte. Ao todo, 19 crianças faleceram em consequência de gripe entre os dias 27 de setembro e 3 de outubro nos EUA, 16 delas casos confirmados de A (H1N1), indicou Anne Schuchat, que coordena a campanha de vacinação do CDC (Centro Federal de Controle e Prevenção de Doenças). "Um total de 76 crianças (até os 18 anos) faleceram após contrair a gripe A (H1N1) desde o surgimento deste novo vírus em abril", disse Anne. Após um forte aumento no início do ano, a quantidade de mortes caiu durante o verão no hemisfério Norte e "agora volta a subir", explicou, atribuindo esta segunda onda ao avanço da infecção por A (H1N1) no país com a chegada do outono. "A maioria das crianças mortas sofria de problemas médicos prévios, mas entre 20% e 30% gozava de boa saúde", destacou a coordenadora, explicando que infecções bacterianas paralelas como a pneumonia contribuíram para os falecimentos em alguns casos. Fonte: Diário do Grande ABC - SP (09/10/2009) 9/10/2009 Até março, vacina para todo o país Aliada ao calor, a chegada das vacinas contra a gripe A fará com que o retorno da epidemia seja mais brando. O Ministério da Saúde disponibilizará até março 80 milhões de doses da vacina em todo o país. A popularização de hábitos de higiene será um dos maiores aliados contra a próxima onda da doença. A estimativa do secretário Osmar Terra é que 20% da população tenha contraído a gripe A no RS. Fonte: Correio do Povo - RS (09/10/2009) 8/10/2009 Anvisa define composição de vacina contra gripe sazonal A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta quarta-feira (7), a resolução RDC 49/2009 que determina as cepas (linhagens) de vírus que devem ser utilizadas na formulação das vacinas contra gripe para utilização no país em 2010. A composição da vacina é atualizada a cada ano, de acordo com os vírus circulantes, para garantir a eficácia do produto. A resolução está de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para o Hemisfério Sul. As vacinas, que serão utilizadas a partir de fevereiro de próximo ano, deverão conter, obrigatoriamente, três tipos de cepas de vírus em combinação: um vírus similar ao vírus influenza A/California/7/2009 (H1N1), um vírus similar ao vírus influenza A/Perth/16/2009 (H3N2) e um vírus similar ao vírus influenza B/Brisbane/60/2008. As cepas definidas se referem à vacina contra a gripe sazonal. A vacina para a gripe A que será utilizada no Brasil ainda está em desenvolvimento. Fica proibida a utilização de quaisquer outras cepas de vírus em vacinas contra gripe. Aquelas que atualmente estão sendo comercializadas ou fabricadas fora destas determinações deverão ser retiradas do mercado até 31 de janeiro de 2010. Fonte: Anvisa - DF (07/10/2009) 7/10/2009 Chile vacinará 3 milhões contra gripe a partir de março O Governo chileno anunciou nesta terça-feira que adquirirá 3 milhões de vacinas contra a nova gripe para proteger a partir de março de 2010 os grupos mais vulneráveis da população, frente ao inverno do próximo ano. Os grupos que receberão a vacina em primeiro lugar serão os trabalhadores da saúde, as grávidas, os doentes crônicos e as crianças de entre 6 meses e 4 anos de idade, disse a subsecretária da Saúde chilena, Jeanette Vega. A vacina será administrada em uma só dose e terá um preço aproximado de US$ 7 por unidade. Vega explicou que o Governo vai garantir as doses necessárias para proteger esses grupos vulneráveis, mas afirmou que, caso a vacina também seja vendida em farmácias, seu custo não será coberto pelo Estado. A decisão vem à tona depois que a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou hoje que a vacina contra a nova gripe, que já começou a ser aplicada em alguns países, é "segura", apesar de alguns efeitos colaterais "leves". Fonte: Terra - SP (06/10/2009) 7/10/2009 Nova-iorquinos já dispõem das primeiras vacinas contra gripe Os nova-iorquinos já dispõem das primeiras vacinas contra a nova gripe, em forma de spray nasal, e espera-se que nos próximos dias e semanas sejam recebidas mais doses, informou hoje o governador do estado de Nova York, David Paterson. "Alguns condados receberam as primeiras doses na segunda-feira. Outros estarão recebendo esta semana e esperamos receber a maior quantidade da vacina nas próximas semanas", disse Paterson, em comunicado à imprensa. "Eventualmente, deverá haver vacinas contra a gripe para todos que quiserem", disse. Condados fora de Nova York já receberam 91 mil doses nesta semana, enquanto outras 68 mil foram distribuídas entre os cinco condados que formam esta cidade (Bronx, Brooklyn, Manhattan, Queens e Staten Island), onde empregados da saúde e criança receberam hoje as primeiras vacinas. A cidade espera receber 1,2 milhão de doses da vacina contra o vírus A (H1N1), em forma de spray nasal e injeção, até o final deste mês, às quais seguirão outros 2 milhões de doses em novembro e a mesma quantidade em dezembro deste ano e em janeiro de 2010, de acordo com as autoridades de saúde. A vacina contra a nova gripe é recomendada para pessoas saudáveis entre 2 e 49 anos, excluindo mulheres grávidas, e adultos entre os 25 e 64 anos cuja condição de saúde possa levar a complicações pela gripe, entre outros grupos de população. Devido a que grávidas e crianças entre 6 meses e os 2 anos não podem receber a vacina por via nasal, terão prioridade quando chegarem os primeiros carregamentos de injeções. Fonte: IG - SP (06/10/2009) 7/10/2009 Gripe suína: Funai pede que índios evitem sair das aldeias A Fundação Nacional do Índio (Funai) pediu que os índios evitem o fluxo de entrada e saída das aldeias, bem como a aglomeração das cidades. O objetivo da recomendação é impedir a expansão de casos da gripe suína dentro das comunidades indígenas, devido à baixa resistência imunológica dos índios. A Funai também recomendou que seja evitada a entrada de pessoas não indígenas nas aldeias. Além disso, a realização de atividades e eventos e mobilização de grande número de pessoas deve ser evitada, já que a transmissão da doença se dá principalmente em situações de aglomeração. Em casos de ingresso em áreas indígenas de caráter emergencial e inadiável, será exigida a apresentação de atestado médico. De acordo com o último balanço, divulgado no dia 16 de setembro pelo Ministério da Saúde, o Brasil é o país com o maior número de casos fatais da doença. Até aquela data, haviam sido registradas 899 mortes causadas pela gripe. Fonte: Terra - SP (06/10/2009) 5/10/2009 Vírus H1N1 traz consequências a feto, diz pesquisa As pessoas que, em estado fetal, foram expostas ao vírus H1N1 da gripe espanhola de 1918 nos Estados Unidos tiveram um risco maior de desenvolver uma enfermidade cardiovascular ao longo da vida, segundo um estudo publicado no Jornal sobre o Desenvolvimento das Origens da Saúde e da Doença. “Queríamos mostrar que uma infecção como a gripe contraída durante a gravidez pode afetar o desenvolvimento do feto e ter consequências duradouras”, explicou Caleb Finch, professor de gerontologia e biologia da Universidade da Califórnia do Sul (USC), principal autor da pesquisa. As autoridades sanitárias americanas recomendam que as grávidas tenham prioridade na hora de receber a vacina contra o vírus da pandemia de gripe A(H1N1). A vacina estará disponível na próxima semana nos Estados Unidos. Segundo o Centro Federal de Controle e Prevenção de Enfermidades (CDC), as grávidas representam 6% das mortes pela nova gripe, quando são apenas 1% da população. Para o estudo sobre o impacto da gripe espanhola de 1918 sobre os fetos, os autores examinaram as fichas médicas de mais de 100 mil pessoas nascidas durante a pandemia ou pouco depois que ela terminou nos EUA. Descobriam que os homens nascidos durante os seis primeiros meses de 1919, no pico da infecção, tinham um risco 23,1% maior de sofrer uma doença cardíaca depois dos 60 anos. No caso das mulheres, o percentual foi de 17%. PERNAMBUCO A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou ontem mais seis casos de gripe A(H1N1) em Pernambuco, elevando para 107 o número de infectados. Exames laboratoriais apontaram a presença do vírus em três homens e três mulheres. Os casos foram registrados no Recife, Abreu e Lima e Olinda, na Região Metropolitana, e em Garanhuns, no Agreste. Há 144 casos em investigação. De acordo com a SES, 25 pessoas estão internadas devido à doença, sendo 21 na rede pública e quatro em hospitais particulares. Três pessoas morreram no Estado, desde o iníncio da pandemia, em virtude da gripe A(H1N1). Fonte: Jornal do Commercio - PE (01/10/2009) 5/10/2009 Gripe suína mata mais 8 pessoas no Estado do Rio, totalizando 99 óbitos O governo do estado confirmou ontem mais oito mortes decorrentes da gripe suína, a maioria ocorrida no mês de agosto. A Secretaria estadual de Saúde informou que, na última semana, equivocou-se ao atribuir ao vírus a morte de uma adolescente de 16 anos, moradora de Niterói. A jovem, que faleceu no dia 3 de agosto, foi vítima do vírus da Influenza sazonal (gripe comum). Com isso, foram registradas, até agora, 99 mortes de doentes infectados pelo vírus H1N1 no estado. As vítimas anunciadas ontem são um menino de 5 anos, morador de São Gonçalo, que tinha neuropatia outro de 3 anos, que morava em Niterói duas jovens, uma de 21 anos e outra de 23, ambas moradoras de Duque de Caxias uma mulher de 38 anos, moradora de Angra dos Reis dois homens, um de 37 anos que morava em Araruama e outro de 56, morador de São Gonçalo e um homem, de 34 anos, que morava em Campos e tinha doença renal, imunodepressão e doença metabólica. O Brasil, conforme o último boletim do Ministério da Saúde, divulgado no dia 16, está no topo do ranking de mortes no mundo, com 899 casos. Em segundo lugar, estão os Estados Unidos, com 593 e, em terceiro, a Argentina, com 514. Fonte: O Globo - RJ (02/10/2009) 8/9/2009 H1N1 já matou 2.837, mas não sofreu mutação, afirma OMS O vírus H1N1 continua a se disseminar em muitas partes do mundo, mas não sofreu mutação nem está provocando sintomas mais graves do que antes, informou nesta sexta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS). A OMS disse ter registrado 2.837 mortes em todo o mundo, mas observou que muitos casos deixaram de ser contabilizados. A agência da ONU está monitorando de perto o vírus, conhecido popularmente como gripe suína, mas informou não ter detectado nenhuma mutação que poderia indicar que se tornou mais letal. - Não houve mudanças no comportamento do vírus - afirmou o porta-voz da OMS, Gregory Hartl, em entrevista à imprensa. - Continuamos registrando um número elevado de mortes porque estamos vendo muitíssimos mais casos. Cerca de 250 mil casos já foram confirmados em laboratórios no mundo todo, mas o número real é muito superior, já que a OMS deixou de solicitar a notificação de casos individuais, apenas de mortes. No boletim anterior da OMS, em 28 de agosto, havia 2.185 mortes relatadas, o que significa que 652 novos óbitos foram informados na semana passada. O vírus pode vir a infectar dois bilhões de pessoas ou um terço da população mundial, segundo estimativas da OMS. Todos os anos, as gripes sazonais matam entre 250 mil e 500 mil pessoas no mundo, diz a instituição. Mas o H1N1 persiste em uma temporada de um ano e pode infectar mais do que um vírus sazonal, elevando potencialmente o número de mortes. - No melhor cenário que vemos hoje, ainda teremos um vírus moderado que se prevê que vai causar milhões de mortes - comentou o médico Tammam Aloudat, alto funcionário de saúde da Federação Internacional da Cruz Vermelha e Sociedades do Crescente Vermelho, em uma entrevista paralela a jornalistas. - Isso significa que mesmo no melhor cenário, nós temos de fato uma emergência em mãos, uma emergência em escala diferente da que vimos antes na era moderna - disse ele. A Federação, a maior rede mundial de assistência em grandes desastres, lançou nesta sexta-feira uma campanha informativa para ajudar as comunidades mais pobres a reduzir a infecção por meio de medidas simples de higiene. Os fabricantes de medicamentos estão se apressando para desenvolver vacinas, enquanto especialistas alertam que uma "segunda onda" do vírus se aproxima, já que começam as estações frias no hemisfério norte e, consequentemente, a temporada da gripe sazonal nessa região. Fonte: JB Online - RJ (04/09/2009) 8/9/2009 Secretários de Saúde da Região Sul se unem contra a gripe suína O secretário de Saúde do estado de Santa Catarina, Luiz Eduardo Cherem, se reuniu com os secretários do Paraná, Gilberto Martin, e do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, para a definição de ações conjuntas no combate à gripe suína. Na reunião, realizada no município de Esteio (RS), os secretários decidiram pedir ao Ministério da Saúde um tratamento diferenciado no possível enfrentamento de uma segunda onda da doença, em 2010. O pedido deve estabelecer, ainda, que os três estados tenham, no mínimo, o dobro da cobertura de vacinas dos demais. A realização de estudos do perfil epidemiológico da doença, para estabelecer um critério de cobertura vacinal, e a realização de uma oficina entre os profissionais de saúde também foram medidas anunciadas durante o encontro. Santa Catarina confirmou que o número de mortes causadas pela doença subiu para 42. No Paraná, a gripe suína já matou 209 pessoas e, no Rio Grande do Sul, o número chega a 109. Fonte: JB Online - RJ (05/09/2009) 8/9/2009 Cruz Vermelha alerta países pobres para segunda onda da gripe suína A Cruz Vermelha Internacional alertou nesta sexta-feira que países mais pobres devem se preparar para a possibilidade de uma segunda onda de influenza A (H1N1) – gripe suína. - A história nos ensina que os vírus circulam pelo planeta mais do que uma vez - disse o vice-presidente do órgão, Robert Kaufman. - Não sabemos se vai haver uma segunda onda do vírus ou se ela vai ou não ser mais severa. Mas devemos nos preparar - acrescentou Kaoufman. A Cruz Vermelha lançou hoje uma campanha publicitária sobre medidas a serem adotadas para conter a propagação da doença em países mais pobres e com acesso reduzido à vacina. O último balanço divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) mostra que 2.837 pessoas já morreram em todo o mundo por conta da gripe suína – 652 a mais em relação aos números divulgados há uma semana. Fonte: JB Online - RJ (04/09/2009) 3/9/2009 Países de renda média // Vacina mais barata As vacinas contra a gripe suína no Brasil e em outros países de renda média devem custar entre US$ 5 e US$ 10 a dose, metade do que será cobrado nos países ricos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A entidade propõe que médicos e funcionários de hospitais sejam os primeiros a serem vacinados para manter o funcionamento dos serviços. Os países pobres terão uma fração das vacinas produzidas. As primeiras campanhas de imunização ocorrerão no fim do setembro, só nos países ricos. Marie-Paule Kieny, diretora de vacinas da OMS, apontou que cabe a cada governo elaborar sua estratégia em relação a vacina. Tudo dependeria da meta do governo. "Se quiser concentrar em proteger infraestrutura, podem focar em diferentes grupos, como motoristas de caminhões para garantir a entrega de alimentos", disse. Outra estratégia pode ser a de reduzir a mortalidade. Nesse caso, os grupos de risco como as mulheres grávidas seriam as primeiras. A OMS admite que países ricos compraram vacinas para toda população. Mas os países de renda média estão comprando vacinas para atender entre 1% e 20% das populações, taxa menor que os governos europeus vem apontando. OMS está trabalhando para garantir que médicos e enfermeiras sejam imunizadas nos países pobres. No Brasil, o Ministério da Saúde informou que houve 7.569 casos graves de qualquer gripe, sendo 87,1% de suína. O país já registra 657 mortes pela doença. Em Pernambuco, mais três casos foram confirmados, todos estão curados. A Secretaria Estadual de Saúde informou que há 72 casos confirmados e 210 em investigação. Fonte: Diário de Pernambuco - PE (03/09/2009) 1/9/2009 Paraná registra mais 17 mortes pela gripe suína A Secretaria de Saúde do Paraná confirmou ontem mais 17 mortes causadas pela gripe suína, elevando para 195 o número de óbitos registrados no estado, onde 44% das vítimas são homens e 56% são mulheres. Depois de quase um mês de férias prolongadas por causa da pandemia, estudantes do estado e do Rio Grande do Sul voltaram às aulas ontem. Os alunos encontraram nas escolas álcool em gel e cartazes com informações sobre como evitar a transmissão da doença. A Secretaria da Saúde do Espírito Santo confirmou a segunda morte pela nova gripe. A vítima é uma gestante, que morreu no dia 16 de agosto. O bebê nasceu e passa bem. Por causa da doença, a Confederação Brasileira de Ginástica decidiu adiar o Campeonato Brasileiro de Ginástica Artística. Prevista para o mês de agosto, a disputa foi adiada em dois meses devido ao grande número de casos da doença no Rio Grande do Sul e será realizada entre os dias 25 e 29 de novembro em Porto Alegre. Fonte: O Globo - RJ (01/09/2009)
Fazer regime no inverno aumenta chances de gripar Estado de Minas - MG (04/01/2009) |
Pesquisa da Universidade Estadual de Michigan diz que, ao fazerem dietas de baixa caloria durante temporadas de clima frio, as pessoas podem ficar mais suscetíveis a contrair o vírus
Detroit, Estados Unidos - Fazer regime para emagrecer durante o inverno pode afetar a habilidade do organismo de combater o vírus da gripe, adverte um novo estudo realizado nos Estados Unidos. Cientistas da Universidade Estadual de Michigan descobriram que ratos de laboratório que se submeteram a uma dieta de baixa caloria tiveram maior dificuldade em debelar a infecção do que os que haviam sido submetidos a uma dieta normal. A pesquisa foi publicada na revista especializada Journal of Nutrition.
Segundo a equipe, mesmo os ratos em dieta especial, que receberam uma quantidade adequada de vitaminas e minerais, ainda não conseguiram produzir a quantidade de glóbulos brancos do sistema imunológico necessárias para combater uma infecção.
Além de uma maior probabilidade de morrer vítima da contaminação por um vírus, os ratos – que consumiam cerca de 40% das calorias dadas aos submetidos a uma dieta normal – levaram mais tempo para se recuperar, perderam mais peso e tiveram outros sintomas de saúde precária. "Nossa pesquisa mostra que ter um organismo disposto a combater um vírus vai levar a uma recuperação mais rápida e efeitos menos severos que do que se ele está tendo calorias restringidas", disse a autora do estudo, Elizabeth Gardner.
VACINA Os especialistas recomendam que mesmo as pessoas vacinadas deveriam evitar dietas para emagrecer quando o clima é frio. "Se uma variedade de gripe infecta uma pessoa e é diferente da variedade incluída na vacina, então seu corpo vê como uma infecção primária e pode produzir os anticorpos para lutar (contra a infecção)", afirmou Gardner.
Os cientistas afirmam que a pesquisa não deve representar uma carta branca para que as pessoas evitem dietas durante todo o ano, mas para que se concentrem na perda de peso nos outros oito meses do ano, quando o vírus da gripe não se prolifera tão facilmente como no inverno.
Para o professor John Oxford, especialista em gripe da Escola de Medicina e Odontologia Queen Mary, em Londres, o "bom senso" deve prevalecer. "Existem muitos vírus e, embora pudesse ser melhor evitar aqueles doces de Natal, esse (o inverno europeu) não é o momento para pensar em dieta", afirmou.
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A gripe Estado de Minas - MG (03/01/2009) |
Ficar gripado não é novidade para ninguém. Apesar de comum, a gripe não é simples. Ela é uma doença contagiosa (ou seja, uma pessoa pode passar para a outra), causada por um vírus chamado influenza, que atinge o sistema respiratório (nariz, seios nasais, garganta, pulmões e ouvidos). A maior parte das pessoas se recupera em uma ou duas semanas, mas a gripe é mais perigosa para as crianças pequenas, para os idosos e para quem tem problemas do sistema imunológico ou doenças crônicas (pulmonares, renais ou cardíacas). Para essas pessoas, a gripe vai além que alguns dias debaixo do cobertor, à base de chá. Em casos mais graves, ela pode até matar.
O QUE É A gripe é uma doença infecciosa aguda, de origem viral e muito contagiosa. O vírus mais comum tem o nome de influenza.
O VÍRUS Os vírus são da família Ortomixovirus, que compreende os vírus influenza A e B (mais frequentes)e o influenza C (menos comum).
O INFLUENZA Espículas: pequenas pontas que facilitam a fixação do vírus na membrana das células
Envelope: estrutura que envolve a cápside (capa protetora constituída por proteínas), formada por proteínas e gorduras
A taxa de mortalidade em decorrência da gripe varia entre 2% e 5% da população. Uma epidemia de gripe geralmente alcança sua intensidade máxima em dois ou três meses, e depois regride.
SINTOMAS • Febre elevada, congestão nasal, dor de garganta, arrepios, tosse seca, dores de cabeça e musculares são frequentes. • A febre costuma ser alta nascrianças (38 a 41 graus centígrados), podendo causar convulsões. • O período de incubação varia de um a quatro dias. • A temperatura eleva-se rapidamente nas primeiras horas e a febre pode durar uma semana. • Pode haver intolerância à luz, com sensação de ardor nos olhos.
TRATAMENTO
• O tratamento é basicamente para aliviar os sintomas: repouso, antitussígeno (para a tosse), antipiréticos (para a febre), descongestionantes tópicos e orais. Antivirais também podem ser usados para diminuir pela metade a duração dos sintomas. • Antibióticos só devem ser usados no caso de infecções bacterianas secundárias.
COMPLICAÇÕES • Tosse seca e dor de garganta podem durar até duas semanas. • Inflamação e destruição da mucosa (epitélio) do trato respiratório, o que predispõe o hospedeiro ao desenvolvimento de infecções bacterianas secundárias, podendo ocorrer pneumonias, traqueobronquite catarral purulenta, otite média e sinusite aguda. • Numa minoria das pessoas, os sintomasde fraqueza e cansaço intensos podem persistir durante várias semanas. • Outras complicações incluem: agravamento de doença respiratória crônica e bronquiolite em bebês e crianças. • As complicações não-respiratórias incluem: convulsões febris, síndrome de Guillain Barré, encefalopatia, miosite, miocardite, entre outras.
COMO OCORRE O CONTÁGIO A gripe causada por influenza se caracteriza por uma produção excessiva de muco das vias respiratórias superiores.
1 - Sua transmissão é feita pelas gotículas de saliva que se projetam ao tossir ou espirrar. Um espirro é capaz de soltar centenas de milhares de vírus de uma só vez. O contágio pode ocorrer por meio de toalhas ou maçanetas previamente contaminadas
2 - Os vírus invadem as células do aparelho respiratório, multiplicam-se, causando as alterações responsáveis pelos sintomas da gripe.
ALVOS FÁCEIS Idosos e crianças têm o organismo mais frágil, com menor resistência a microorganismos como bactérias, fungos e vírus. Por isso, costumam ficar gripados com mais frequência.
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Prevenção é o melhor combate contra gripe O Liberal - PA (07/01/2009) |
Edição de 07/01/2009
Saúde
É o que recomenda a Secretaria de Saúde do Estado, que não dispõe de vacina
A chegada do período chuvoso aumenta a preocupação com os casos de gripe em Belém. E a melhor maneira de combater a doença, segundo a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), ainda é a prevenção, já que a vacina não está disponível durante todo o ano nos hospitais. 'Ter cuidados com a alimentação e evitar aglomerações em locais fechados é a melhor maneira de se prevenir nesse período', diz a coordenadora de Imunização da Sespa, Jaira Ataíde.
Cuidados com a alimentação, com atenção especial para a ingestão de frutas, legumes e verduras, estão entre as recomendações da coordenadora. Aglomerações em locais como ônibus, por exemplo, também aumentam os riscos de contaminação. 'O clima em Belém, por ser quente e úmido, já é propício para o aparecimento da doença. Nessa época, por causa das chuvas, aumentam as concentrações de pessoas e o vírus se espalha mais rapidamente', explica.
ESTOQUE
Em geral, apenas idosos com idade entre 60 e 85 anos ou mais, policiais civis e militares, profissionais da saúde, detentos e população indígena tomam a vacina regularmente. A campanha acontece anualmente, em abril. 'Quem se vacinou em abril do ano passado ainda está imunizado, mas deve ser tomar nova dose este ano', explica Jaira. A campanha de vacinação contra a gripe é do Ministério da Saúde.
'O público-alvo são as pessoas que estão mais vulneráveis à doença', justifica a coordenadora. Outro fator levado em consideração é quando a pessoa pode representar risco para terceiros. É o caso de profissionais da saúde, que são vacinados por causa do contato com pacientes imunologicamente debilitados, como os internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), por exemplo.
Fora do período da campanha nacional de vacinação, a Sespa mantém cerca de 50 mil doses da vacina em um centro de referência imuno-biológicas. Essa reserva é destinada a casos específicos de baixa resistência à doença, que podem evoluir facilmente para um quadro de pneumonia, e portadores do vírus da Aids. Antes, porém, é preciso passar pela avaliação de um infectologista.
Apesar da vacina não se estender a toda a população durante a campanha, não há contraindicação ao uso do medicamento. A partir de 1 ano de idade é possível se vacinar, com atenção apenas para a dosagem, que deve ser diferenciada de acordo com a faixa etária. Em Belém, alguns hospitais particulares também fazem a vacinação. O preço médio é de R$ 77 por dose.
Para quem está infectado a recomendação é bastante repouso e alguns cuidados para evitar a contaminação de outras pessoas. 'Sempre que tossir, por exemplo, a pessoa deve usar um lenço de papel para evitar que o vírus se espalhe no local', recomenda Jaira. Também é recomendável lavar as mãos antes de pegar qualquer alimento.
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Nos EUA, gripe resiste ao antiviral Tamiflu IG - SP (09/01/2009) |
A cepa dominante do vírus da gripe nos Estados Unidos desenvolveu uma resistência súbita ao Tamiflu, principal antiviral disponível no mercado, de acordo com relatório dos Centros Federais de Controle e de Prevenção de Doenças (CDC, sigla em inglês). Desde 1º de outubro de 2008, 102 vírus da gripe de tipo A, 88 da cepa H1N1, 14 da H3N2, além de 40 do tipo B, provenientes de 25 estados americanos, tiveram sua resistência testada aos dois principais antivirais no país - o Tamiflu (Oseltamivir) e o Relanza (Zanamivir).
Os testes mostraram que 98% dos vírus mais comuns da estação, nos EUA (H1N1), são resistentes ao Tamiflu, remédio comercializado pelo grupo farmacêutico suíço Roche e o antiviral mais utilizado, de acordo com o informe enviado à AFP.
No último inverno (hemisfério norte), apenas 11% das culturas do vírus da gripe mais comum, encontradas nos pacientes e analisadas pelos CDCs, haviam-se mostrado resistentes ao Tamiflu.
Mesmo considerando-se que "essa resistência evoluiu rapidamente", Tom Skinner, porta-voz dos CDCs, destacou que não se trata de uma urgência sanitária, já que o vírus ainda pode evoluir e perder essa resistência.
Mas, frisou Skinner, "é preciso se vacinar", lembrando que há outros antivirais.
Segundo ele, até o momento, a gripe está "muito contida" na população, nesta temporada.
"Queremos apenas que os médicos saibam que há uma cepa do vírus da gripe em circulação que é resistente (ao Tamiflu), mas que há outras opções de tratamentos e que é preciso se vacinar", completou Tom Skinner.
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Verão não alivia todas as doenças respiratórias Jornal da Manhã - MG (13/01/2009) |
Com a umidade relativa do ar mais elevada, o verão é o período em que os registros de doenças respiratórias diminuem, certo? Depende. Em muitas cidades, nas quais as mudanças bruscas de temperatura ocorrem com muita freqüência, permanece grande a incidência de doenças como resfriado, gripe, faringite e até pneumonia, adverte José Eduardo Delfini Cançado, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT).
“No pronto-socorro infantil da Santa Casa de São Paulo, por exemplo, a quantidade de crianças com doenças respiratórias chega a representar 80% dos atendimentos no inverno. Mas, durante todo o ano, inclusive no verão, esse número fica acima de 50%, o que é muito”, afirma o pneumologista e pediatra Bernardo Kiertsman, da SPPT.
No verão, os portadores de doenças crônicas devem ter cuidado especial. As crises de asma, por exemplo, com a diminuição das infecções virais, são provocadas por outros fatores, como as variações de temperatura, odores fortes, mofo, animais etc.
“Também há fatores que desencadeiam quadros mais agudos de doenças, como asma e rinite alérgica, tipo o ar condicionado. Então, é fundamental fazer um tratamento preventivo”, alerta Kiertsman.
O ar-condicionado, aliás, preocupa porque passa a ser utilizado continuamente, devido ao aumento das temperaturas. Ele deixa as vias aéreas mais vulneráveis, pois resseca o muco protetor. Além disso, se o aparelho não for higienizado adequadamente, favorece a proliferação de ácaros, fungos, mofo e bactérias que se acumulam nos ductos do aparelho e se proliferam no ar. Eles podem invadir as vias aéreas, criando lesões inflamatórias/infecciosas, como as pneumonias ou alergias.
Segundo Kiertsman, um adulto gripado que trabalha num escritório fechado, com ar-condicionado, pode disseminar o vírus para, aproximadamente, 70% das pessoas do mesmo ambiente.
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ABSENTEÍSMO Folha de S. Paulo - SP (14/01/2009) |
VACINA CONTRA GRIPE DIMINUI FALTAS EM 60%
Trabalhadores entre 50 e 64 anos que recebem vacina antigripe perdem 60% menos dias de trabalho, segundo estudo publicado na revista "Clinical Infectious Diseases". O estudo foi feito nos Estados Unidos com 497 pessoas -404 das quais receberam a vacina. Dúvidas sobre sua eficácia contribuíam para a baixa taxa de vacinação dentro dessa faixa etária, segundo os pesquisadores.
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Todo o cuidado é pouco Jornal de Jundiaí - SP (14/01/2009) |
CRISTINA HAUTZ Médico aconselha a tomar alguns cuidados alimentares no período de altas temperaturas
O pronto-socorro geral do Hospital Universitário de Jundiaí (HU) registra, neste período de verão, um aumento de 15% em relação às patologias gastrointestinais, segundo o diretor do hospital, Eudes Tarallo.
O clínico geral explica que nesta estação são comuns casos de diarréias, vômitos e viroses. "Muitas pessoas vão para o litoral e voltam com problemas gastrointestinais. O que menos temos nesta época são gripes e resfriados", diz.
Segundo Tarallo, há algumas formas de prevenir essas patologias. Entre elas, evitar comer maionese, cremes e molhos que geralmente ficam expostos sem cuidados adequados. "É preciso observar também a higiene dos locais; tomar água mineral, de coco ou tratada. Os problemas gastrointestinais geralmente estão associados à alimentação", justifica.
Números - De acordo com dados da assessoria de imprensa do HU, doenças como gripe, resfriado e pneumonia caem significativamente nos meses de janeiro. Em dezembro de 2007 foram 33 casos de gripe contra 4 em janeiro de 2008. Já em dezembro de 2007 foram 62 casos de pneumonia contra 6 em janeiro do ano passado. Além dos casos de patologias gastrointestinais, a assessoria prevê aumento nos casos de acidentes domésticos com crianças neste mês de janeiro, quando a garotada está em período de recesso escolar.
Em cidades como São Paulo, onde as mudanças bruscas de temperatura ocorrem com mais freqüência, permanece grande a incidência de resfriado, gripe, faringite e até pneumonia, segundo o médico José Eduardo Delfini Cançado, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT). No Hospital São Vicente de Paulo, em Jundiaí, não houve alteração no atendimento a esses casos.
No pronto-socorro infantil da Santa Casa, por exemplo, a quantidade de crianças com doenças respiratórias chega a representar 80% dos atendimentos no inverno. Mas durante o ano, inclusive no verão, esse número fica acima de 50%. Ainda é muito", diz o pneumologista e pediatra Bernardo Kiertsman, da SPPT.
No verão, os portadores de doenças crônicas devem ter cuidado especial. As crises de asma, por exemplo, com a diminuição das infecções virais, são provocadas por outros fatores, como as variações de temperatura, odores fortes, mofo, animais etc. Segundo Kiertsman, um adulto gripado que trabalha num escritório fechado, com ar-condicionado, pode disseminar o vírus para aproximadamente 70% das pessoas do mesmo ambiente.
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Para prevenir a gripe O Povo - CE (17/01/2009) |
A gripe se espalha com mais facilidade em épocas de chuva. Com o aparecimento dos sintomas, é importante tomar cuidados para evitar complicações, como bronquite e pneumonia. Segundo especialistas, muitas pessoas são sabem as diferenças entre resfriado, gripe, rinite e sinusite. Hoje, o Ciência & Saúde dá as dicas
Lucinthya Gomes da Redação 17 Jan 2009 - 16h39min
O período chuvoso se inicia e, de repente, começam os espirros, tosses, febre, dor de cabeça. Em casa, no trabalho ou na escola, o vírus da gripe se espalha e não dá trégua. O nariz fica congestionado, com coriza, e o corpo logo sente o cansaço. Com a aproximação do período de chuvas em Fortaleza, é importante tomar cuidados. Especialistas recomendam evitar ambientes com aglomerados de gente e garantir a higinenização das mãos. Muitos não dão importância para gripe, mas, em caso de contágio, é importante tomar cuidados, para evitar complicação.
A transmissão, através do vírus influenza, ocorre com mais facilidade em épocas de variações bruscas de clima e de temperatura. Uma das formas de se prevenir é zelar pela higiene principalmente das mãos. “Até mesmo na hora de espirrar, mesmo que você proteja, se não lavar a mão e depois cumprimentar a pessoa, você acaba contaminando”, diz o otorrinolaringologista João Cateb. Em caso de contágio, ele ensina que o mais importante é tomar bastante líqüido, fazer repouso. Se o paciente sentir mal-estar e dor no corpo, é melhor usar analgésico.
Fernando Praça, otorrinolaringologista do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), afirma que não há um tratamento específico para doenças viróticas. “A vida do vírus é intracelular. O vírus é um pedacinho de DNA, que vive e se reproduz dentro da célula. É difícil de combater, porque quando se ataca o vírus, ataca a célula também”, explica. Por isso, ele enfatiza que o tratamento é sintomático, com o uso de anti-alérgico, descongestionante nasal e anti-térmico. Ingerir líquidos, para garantir hidratação, repousar e lavar o nariz com soro fisiológico também são cuidados importantes.
Embora muitas pessoas subestimem a gripe, o tratamento é fundamental para evitar complicações. “Com a falta de cuidados, a gripe pode evoluir pra uma rinosinusite ou bronquite. A secreção produzida no nariz pode atacar o próprio nariz ou então os brônquios, causando uma bronquite ou pneumonia”, diz o otorrinolaringologista Luciano Bezerra de Menezes.
Auto-medicação A ajuda de um médico é essencial, evitando a auto-medicação. Este mau hábito leva várias pessoas a cometerem o erro de tentar tratar a gripe com antibióticos, que na verdade não combatem a gripe. Praça esclarece que estes medicamentos são adotados apenas em caso de complicações, por causa da proliferação de bactérias.
De acordo com Cateb, as pessoas fazem muita confusão entre gripe e resfriado. São causadas por vírus diferentes. A gripe, pelo influenza e o resfriado por outros, como adenovírus e o parainfluenza. “A gripe é de maior gravidade. Causa febre, moleza no corpo, dor de garganta. O resfriado é mais brando, as atividades podem continuar regularmente”, disse. Na avaliação de Menezes, em caso de gripe, o corpo fica mais debilitado por causa dos sintomas e, por isso, pode afetar as atividades de rotina.
5 DICAS PARA VIVER MELHOR
Não tome antibióticos desnecessariamente. Combata a febre e a dor muscular com dipirona ou paracetamol. Não use aspirina ou outro medicamento com AAS. Não use medicamentos como xaropes, gotas nasais ou descongestionantes sem uma avaliação médica.
Durma bem e descanse. Mantenha a casa bem ventilada e evite aglomerações.
Mantenha uma alimentação saudável. Beba bastante líquido.
Lave as mãos com freqüência e use lenços descartáveis. Soro fisiológico nas narinas ajuda a combater a obstrução.
Não agasalhe seu filho exageradamente, pois isso pode desencadear uma convulsão febril. Procure um serviço médico se tiver dúvidas ou ocorrerem complicações.
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Cuidado maior com crianças e idosos O Povo - CE (17/01/2009) |
Poucos sabem, mas as complicações da gripe podem até levar ao óbito. Um simples resfriado, se não for cuidado, pode agravar crises de asma e, em 5% dos casos, leva a infecções nos seios da face ou nos ouvidos. Idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas formam o grupo de risco
17 Jan 2009 - 16h39min
Não se engane com gripes, nem resfriados. Embora sejam doenças comuns, em grupos de risco, podem trazer complicações. O resfriado é bem mais leve que a gripe, mas também requer atenção. Se não for cuidado, pode agravar crises de asma e, em 5% dos casos, leva a infecções nos seios da face (sinusite) ou nos ouvidos (otite). Mas os dados da gripe são mais preocupantes. A gripe pode até levar uma pessoa com imunidade mais baixa à morte. Idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas apresentam chances maiores de desenvolver complicações mais sérias.
De acordo com informações do Ministério da Saúde (MS), a gripe é uma infecção auto-limitada, pois evolui para a cura completa com a reação do próprio organismo contra a ação do vírus. No entanto, pode causar doenças mais graves em idosos, pessoas portadoras de doenças crônicas - como diabetes, câncer, doenças crônicas do coração, dos pulmões e dos rins -, pessoas imunodeprimidas, gestantes no segundo e terceiro meses de gravidez e recém-nascidos.
“Essas pessoas são consideradas grupos de maior risco para apresentar complicações da influenza, como a pneumonia, e podem precisar de atenção hospitalar quando adoecem”, alerta o MS. Segundo o otorrinolaringologista João Cateb, um paciente jovem passa pela gripe sem grandes conseqüências. Mas um idoso, pessoa com baixa imunidade e até crianças podem adquirir complicações.
No caso de crianças, o colégio se torna um local propício para a contamização. “A pessoa que tosse, espirra espalha gotículas que causam contaminação. Criança no colégio ainda não tem a orientação de proteger o rosto quando espirra, tosse em cima da outra”, diz Cateb, destacando que uma boa forma de evitar a propagação da virose é sempre proteger o rosto ao espirrar, manter as mãos sempre limpas e fugir de aglomerações. “Evite ambientes cheios, fique mais ao ar livre, lave sempre mãos”, orienta.
O otorrinolaringologista do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Fernando Praça, orienta os pais a lavar o nariz de crianças com muito soro. “Existem várias marcas de soro bem puro, que vem com spray. Aquele soro normal costuma ficar na geladeira por dias e acaba contaminando. O ideal é usar os novos, que vêm em sprays próprios, e não contaminam”, sugere. No caso do idoso, também há necessidade de cuidados redobrados, pois a gripe pode complicar, causar pneumonia ou doença mais grave. “No idoso é mais perigoso”, destaca.
Quanto à vacina, ele diz que seria interessante se, além dos idosos, as crianças também tomassem. “Mas tem uma ressalva: ela não é muito eficaz em crianças abaixo de seis meses. Para pacientes diabéticos, ou com doenças renais, doenças crônicas, que baixam a imunidade, ele afirma que vale a pena tomar a vacina, porque está diminuindo a possibilidade de ter gripe e complicações. (Lucinthya Gomes)
VACINA DA GRIPE
A vacina protege por um ano. Mas o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita freqüência. Por isso, a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.
A composição da vacina varia a cada ano, de acordo com os tipos de vírus da influenza que estão circulando de forma predominante.
QUEM DEVE TOMAR A VACINA A política de vacinação contra a gripe adotada pelo Ministério da Saúde é direcionada para idosos com mais de 60 anos de idade e outros grupos de maior risco de desenvolver as formas graves e complicações da doença.
Qualquer pessoa pode tomar a vacina contra a gripe, a partir dos seis meses de idade e desde que não tenha alergia a ovo (uma vez que esta vacina é produzida em ovos de galinha).
BENEFÍCIOS Proteção contra o vírus da gripe e contra as complicações da doença, principalmente as pneumonias bacterianas secundárias.
Estudos recentes indicam que a vacina também pode proteger contra infarto e derrame.
REAÇÕES As reações são geralmente leves. As mais comuns são dor, vermelhidão e enduração no local de aplicação, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação adversa à vacina ocorre em menos de 1% dos casos, e reações alérgicas graves (anafilaxia) não são comuns. Raramente ocorre dor em trajetos de nervos (neuralgia), sensação de dormência (parestesia) e fraqueza muscular.
HISTÓRICO A partir de 1999, o Ministério da Saúde passou a realizar campanhas anuais de vacinação contra a gripe para idosos com 60 anos ou mais, geralmente no mês de abril. A vacina também é disponibilizada para a população indígena e em Centros de Referência Imunobiológicos Especiais (Crie) de cada Estado, para aqueles que pertencem aos grupos de risco.
ATENÇÃO! M esmo tomando a vacina, é possível ter gripe. A vacina protege contra os três tipos de vírus que anualmente fazem parte da sua composição. Mesmo assim, a vacinação diminui a gravidade da gripe e, portanto, reduz as chances de complicações e óbitos.
FONTE: Ministério da Saúde
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Cresce procura por remédios para combate a gripe e resfriado O Imparcial - MA (26/01/2009) |
Cecília Dutra, de O Imparcial
Com a chegada das primeiras chuvas, os sintomas da gripe e do resfriado já começam a aparecer. Muitos então correm para as farmácias para comprar remédios para tosse, febre, dor de garganta e secreção nos pulmões. Embora não existam remédios para o combate ao vírus da gripe, os medicamentos conhecidos como antigripais aliviam os sintomas da doença.
Nesse período as farmácias faturam alto com a venda desses medicamentos: analgésico, antitérmico, anti-histamínico e broncodilatador, além de xaropes, descongestionantes nasais e compostos vitamínicos.
“Com o aumento da freqüência de resfriados e gripes a procura pelos antigripais aumenta em média 40%. Já fizemos até mais pedidos para atender a clientela”, afirmou o gerente de uma farmácia na Cohama, Ubirajara Luís. De acordo com o gerente, além dos antigripais, os antitérmicos e o ácido ascórbico, conhecido como vitamina C também são muito procurados.
Outra a perceber um aumento nas vendas dos antigripais é a vendedora Maria Bernadete Nascimento. “Já tivemos um aumento considerado desses medicamentos que chegam a 40%”, confirmou a vendedora. Segundo o vendedor Marcony Cunha, as vendas começaram a aumentar em dezembro do ano passado. “Em dezembro, com as primeiras chuvas, já começou a aumentar as vendas porque as pessoas queriam se prevenir. As vendas devem continuar boas até o final do período chuvoso”, informou ele.
De acordo com o farmacêutico Rafael Jacob, o uso dos medicamentos pode ser feito sem prescrição médica, mas é necessário cautela. “Tudo que é em excesso não é bom, por isso é melhor não abusar. Os medicamentos são bons para aliviar aos sintomas, mas é preciso também repouso e ingestão de muito líquido”, explicou o farmacêutico.
Outro produto bastante procurado, a vitamina C, serve para combater a desidratação. “Vim procurar a vitamina C porque estava sentindo uma fraqueza no pulmão por causa dessa mudança de clima. Vou tomá-la para repor a energia”, considerou o radiologista Átila Arouche.
Diante da variedade de remédios e das novidades que surgem todos os dias, o consumidor tem dificuldade de escolher o mais adequado. “Todos esses medicamentos têm basicamente a mesma finalidade, o que muda é a dosagem dos componentes”, explicou o farmacêutico. É recomendado a consulta a um médico para averiguar possíveis alergias aos componentes das fórmulas.
Os médicos também alertam para que em alguns casos se evite o uso de derivados do ácido acetilsalicílico, porque os sintomas da dengue podem ser confundidos com os da gripe, e o uso do componente pode agravar um caso de dengue diagnosticado erroneamente como gripe.
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Quem dorme mais tem menos gripe Jornal da Tarde - SP (29/01/2009) |
Estudo americano detectou que pessoas que dormem mal têm o triplo de resfriados
Fernanda Aranda, fernanda.aranda@grupoestado.com.br
Pesquisadores norte-americanos acabam de encontrar uma maneira científica para proteger a população de complicações de gripes e resfriados: o sono. Médicos da Universidade Carnegie Mellon, na Pensilvânia, analisaram 153 pessoas durante quatro anos, divididas em dois grupos. Aqueles que dormiram menos de sete horas por noite apresentaram o triplo de doenças respiratórias, comparado com os que passaram mais de oito horas na cama. Os resultados estão na última edição do Archives of Internal Medicine.
Não apenas no receituário internacional este novo ‘remédio’ é prescrito. “Sono e imunidade têm uma ligação já bastante conhecida”, afirma a pneumologista Luciana Palombini, coordenadora do Instituto do Sono da Unifesp.
Na entidade, foi realizado um outro estudo que também enalteceu os benefícios de dormir bem. Cinquenta pessoas receberam a vacina contra o vírus Influenza - o causador da gripe. Uma parte delas dormiu e a outra foi submetida à privação do sono. Os mecanismos de defesa dos que dormiram bem reagiram melhor e os episódios de infecção foram duas vezes menores. “Já está constatado que a falta de sono, a curto prazo, prejudica a memória e a capacidade de atenção. Agora, o que mais se fala nos congressos nacionais e internacionais é que, a longo prazo, a privação de sono aumenta o risco de doença cardiovascular e metabólicas, como diabetes e obesidade”, completa Palombini.
Clarisse Potasz, terapeuta ocupacional e chefe do setor de reabilitação do Hospital Estadual Candido Fontoura, lembra que o tratamento do sono não tem contraindicação para nenhuma idade. “Em especial para as crianças, o sono tem um poder de cura muito importante”, diz ela. “É fundamental para a renovação de neurônios, para a produção de hormônios do crescimento e para desenvolver a capacidade cognitiva”, explica Potasz, que atua em pesquisas de distúrbio do sono infantil.
A explicação mais evidente para os prejuízos trazidos pela privação do sono é que isso provoca estresse, o que libera as células infecciosas e prejudica o organismo. Além dos problemas imunológicos, dormir também é receita para evitar acidentes de trânsito. Segundo a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego, dirigir com sonolência tem o mesmo efeito de conduzir embriagado.
DICAS
QUANTIDADE IDEAL Segundo os especialistas, a quantidade ideal de sono varia de pessoa para pessoa. No geral, 8 horas são adequadas para maior parte das pessoas
A dica é avaliar como é o despertar. Se a pessoa acorda bem, disposta para encarar o dia, indica que as horas dormidas foram satisfatórias e de qualidade
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Resfriados e gripes pioram reações ao volante, diz estudo Globo Online - RJ (31/01/2009) |
Plantão | Publicada em 31/01/2009 às 07h25m BBC
Resfriados fortes ou gripes podem afetar significativamente a capacidade de reação de motoristas, segundo uma pesquisa realizada para uma companhia de seguros.
O estudo comparou em um simulador o desempenho de uma centena de motoristas com condições de saúde diversas como resfriados, estresse e dores de cabeça com outros 50 saudáveis.
Os motoristas com resfriados tiveram um desempenho 11% inferior à média - um desempenho semelhante ao provocado pela ingestão de uma dose dupla de uísque.
Segundo os coordenadores do estudo, encomendado pela seguradora Lloyds, uma piora de 11% no tempo de reação do motorista acrescenta um metro na distância para a freada a uma velocidade de 48 quilômetros por hora - além dos 12 metros em condições normais.
A uma velocidade de 113 quilômetros por hora, seriam acrescidos 2,3 metros à distância normal de frenagem de 96 metros.
Acidente
Um levantamento separado para a companhia de seguros, com 4 mil pessoas, mostrou que 22 delas haviam tido um acidente quando tinham um resfriado forte e cinco durante uma gripe.
Os responsáveis pelo estudo advertem que problemas de saúde, principalmente combinados com medicações, fadiga ou pequenas quantidades de álcool podem ter um impacto significativo na habilidade de dirigir.
"Direção segura exige concentração e boa reação, e ambas são significativamente reduzidas, mesmo por um resfriado leve", diz a médica Dawn Harper, que participou do estudo.
"As pessoas que estão sofrendo dessas condições devem evitar pegar no volante até melhorarem", diz.
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Sanofi Pasteur lança campanha para mobilizar sociedade contra a gripe Portal da Comunicação – SP - 07/02/2007 |
Na próxima terça-feira (10), às 10h30, acontece o seminário para a imprensa O vírus Influenza e seu impacto sobre a criança, o adulto, a empresa e a comunidade, que vai reunir um time de especialistas do Hospital Universitário (HU) da USP, Instituto da Criança do Hospital das Clínicas (HC), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt).
Serão debatidos os diferentes aspectos da gripe, com base em estudos publicados aqui e no exterior. Aberto pelo professor Paulo Lotufo, superintendente do HU, o encontro vai abordar temas como a gripe como doença grave, a circulação do vírus e sua transmissão por turistas estrangeiros durante o carnaval, a criança como principal elo da cadeia de transmissão do vírus na família e na comunidade, o impacto da gripe sobre os grupos de risco (asmáticos, fumantes, cardiopatas), como a doença afeta a produtividade nas empresas.
T ambém será anunciada a chegada antecipada das doses já atualizadas contra as cepas em circulação no hemisfério, detectadas pela rede de vigilância epidemiológica da Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre 10 e 20% da população mundial sofrem com os problemas das gripes, todos os anos. A doença atinge cerca de 600 milhões de pessoas, o que gera milhares de internações e até meio milhão de mortes.
O seminário será seguido de um brunch e a vacinação dos jornalistas. Os interessados em participar devem confirmar presença com Nora Ferreira de Lu Fernandes pelo email noraferreira@lufernandes.com.br, ou telefone (11) 3814-4600. O seminário será realizado no auditório do Hospital Universitário, na Av. Professor Lineu Prestes, 2565, 3° andar, Butantã, São Paulo.
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No HU, seminário explica a gripe para jornalistas Universidade de São Paulo - SP (09/02/2009) |
Agência USP Na próxima terça-feira (10), às 10h30, acontece o seminário para a imprensa O vírus Influenza e seu impacto sobre a criança, o adulto, a empresa e a comunidade, que vai reunir um time de especialistas do Hospital Universitário (HU) da USP, Instituto da Criança do Hospital das Clínicas (HC), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt).
Serão debatidos os diferentes aspectos da gripe, com base em estudos publicados aqui e no exterior. Aberto pelo professor Paulo Lotufo, superintendente do HU, o encontro vai abordar temas como a gripe como doença grave, a circulação do vírus e sua transmissão por turistas estrangeiros durante o carnaval, a criança como principal elo da cadeia de transmissão do vírus na família e na comunidade, o impacto da gripe sobre os grupos de risco (asmáticos, fumantes, cardiopatas), como a doença afeta a produtividade nas empresas.
Também será anunciada a chegada antecipada das doses já atualizadas contra as cepas em circulação no hemisfério, detectadas pela rede de vigilância epidemiológica da Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre 10 e 20% da população mundial sofrem com os problemas das gripes, todos os anos. A doença atinge cerca de 600 milhões de pessoas, o que gera milhares de internações e até meio milhão de mortes.
O seminário será seguido de um brunch e a vacinação dos jornalistas. Os interessados em participar devem confirmar presença com Nora Ferreira de Lu Fernandes pelo email noraferreira@lufernandes.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. , ou telefone (11) 3814-4600. O seminário será realizado no auditório do Hospital Universitário, na Av. Prof. Lineu Prestes, 2565, 3° andar, Butantã, São Paulo.
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Vírus da gripe se espalha melhor pelo ar seco Agência Estado - SP (09/02/2009 |
Pela nova análise, a umidade absoluta explica 50% da transmissão e 90% da sobrevivência do vírus
WASHINGTON - Estudos da influenza sazonal há muito indicam que a gripe se espalha melhor pelo ar seco. Agora, uma nova pesquisa publicada na Proceedings of the National Academy of Science, indica que a chave é a umidade absoluta - que mede a quantidade de água presente no ar, independentemente da temperatura - não a umidade relativa, que se pensava normalmente.
"As correlações são surpreendentemente fortes. Quando a umidade absoluta está baixa, a sobrevivência do vírus influenza é prolongada e a taxa de transmissão aumenta", disse Jeffrey Shaman, da Universidade de Oregon State.
A descoberta é "muito importante para a comunidade científica e médica poder desenvolver melhores modelos de previsão da gripe", disse. Ela vai oferecer uma oportunidade de entender melhor e prever surtos da doença.
Para o público, acrescentou, a descoberta oferece "uma explicação mais elegante de do porquê desses surtos sazonais de gripe." E ainda mostra que em alguns casos pode valer a pena acrescentar umidade ao ambiente. Tenha cuidado para não exagerar, no entanto - umidade demais pode levar a outros problemas, como o mofo.
A correlação da gripe com a baixa umidade é importante porque durante o inverno, quando a gripe é mais comum, mesmo uma umidade relativa do ar alta pode indicar pouca umidade real no ar.
Segundo os pesquisadores, a umidade relativa do ar só pode explicar 12% da variabilidade nos casos de influenza e 36% da sobrevivência do vírus. Pela nova análise, a umidade absoluta explica 50% da transmissão e 90% da sobrevivência do vírus.
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Médicos afirmam que Carnaval pode trazer a gripe mais cedo Diário de S.Paulo - SP (11/02/2009) |
O Carnaval pode espalhar a gripe antes do outono chegar. Por ano, a doença, causada pelo vírus Influenza, ataca de 10% a 20% da população. Nancy Bellei, professora e coordenadora do setor de viro¬ses respiratórias da Unifesp, explica que, principalmente em São Paulo, que tem aeropor¬to internacional, è maior o mo¬vimento de turistas que vêm do Hemisfério Norte. "E lá temos um pico do ví¬rus Influenza. É possível que entrem no país mais indiví¬duos que estão incubando a gripe, Ou mesmo brasileiros que vieram para São Paulo, de escalas de voos internacionais, e tiveram contato com outros passageiros infectados no avião", afirma Nancy. No Brasil, o vírus da gripe circula nas regiões Sul e Sudeste de abril a setembro, com picos em junho e julho. Em outros paí¬ses, o Influenza age o ano inteiro. A campanha de vacinação gra¬tuita é para idosos a partir dos 60 anos. Como o vírus sofre mudan¬ças, a cada ano a vacina precisa ser atualizada. A versão 2009 jã está disponível na rede privada. A médica revela que metade das pessoas infectadas com o Influenza não tem sintomas da gripe — espirros, febre, coriza, mal-estar e dores de cabeça. "E as pessoas pulam Carnaval, frequentam restaurantes, clubes e outros lugares fecha¬dos. E seguramente transpor- tam o vírus neste período de maior circulação de público", diz a médica da Unifesp. Vírus sobrevive 24 horas Ela lembra que poucos associam os sintomas à gripe em fevereiro. 'Acham que foi a bebida gelada ou os gritos que deixaram a gar¬ganta ruim. Ou que a febre veio por uma queda de resistência. Na verdade, esta pessoa teve contato com o Influenza importado ou o que circula na região Norte do país", descreve a médica. No ar, o Influenza sobrevive 24 horas, segundo a gerente médica da Sanofi Pasteur, Lúcia Bricks. 'A vacina começa a fazer efeito depois de 15 dias de aplicação. Por isso, é bom se proteger antes do pico de circu¬lação do vírus", alerta Lúcia.
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